Quanto a receita, a estimativa do banco é de crescimento de 5% na comparação anual, uma vez que receitas fracas de ações foram compensadas pela forte expansão nos volumes de renda fixa e derivativos (FICC) e mercado de balcão (OTC).
Considerando esses dados, as estimativas de ganhos permaneceram inalteradas, segundo o banco. “Esperamos que os ganhos permaneçam estáveis em 2025 e que reacelerem em 2026, com alta de 8%, apoiados por taxas de juros mais baixas”, escrevem os analistas Mario Pierry e Antonio Ruette.
O BofA elevou o preço-alvo para as ações da B3 de R$ 11 para R$ 12, o que representa potencial de queda de 1,39% em relação ao fechamento de ontem. A mudança, segundo o banco, reflete um múltiplo alvo de 13 vezes a relação preço lucro estimada para 2025 (ante 12 vezes anteriormente), com desvio padrão abaixo da média histórica, dado o ambiente de alta da Selic. Para a ADR, o preço-alvo passou de US$ 5,7 para US$ 6,3 (potencial queda de 1,1%). A recomendação neutra foi mantida, dado o potencial limitado de alta.