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Negócios

Nova fase do empréstimo consignado CLT já está valendo: como isso pode afetar o seu banco e os dividendos

Segundo os bancos, 26% do público que hoje contrata crédito pessoal sem garantia poderia usufruir da nova linha para o trabalhador com carteira assinada

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Retrato de busto sob fundo azul escuro.
Por Bruno Andrade
Editado por Wladimir D'Andrade

25/04/2025 | 3:00 Atualização: 26/04/2025 | 8:21

Analistas ouvidos pelo E-Investidor comentam que a demora inicial dos bancões para entrar no empréstimo consignado CLT pode ser considerada saudável. (Imagem: ThaaJamSession/peopleimages.com em Adobe Stock)
Analistas ouvidos pelo E-Investidor comentam que a demora inicial dos bancões para entrar no empréstimo consignado CLT pode ser considerada saudável. (Imagem: ThaaJamSession/peopleimages.com em Adobe Stock)

O novo empréstimo consignado CLT passou a ficar disponível nas plataformas de todos os bancos a partir desta sexta-feira (25). O programa, que está em vigor desde 21 de março, teve adesão em ritmos distintos entre os grandes bancos e as instituições financeiras de pequeno e médio porte, sendo que os primeiros se mantiveram ausentes das simulações nos primeiros dias de funcionamento do consignado privado.

Leia mais:
  • Empréstimo consignado CLT: quem tem nome sujo pode aderir? Tire essa e outras dúvidas
  • Empréstimo consignado CLT: saiba como evitar armadilhas nos contratos e manter o controle
  • Como ter renda de até R$ 7,3 mil com dividendos da Petrobras
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  • Empréstimo consignado CLT: saiba como evitar armadilhas nos contratos e manter o controle

Analistas ouvidos pelo E-Investidor comentam que a demora inicial dos bancões para entrar no empréstimo consignado destinado a trabalhadores que atuam sobre o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) – o famoso “carteira assinada” – pode ser considerada saudável. Agora, com o programa à disposição pelos aplicativos deles, os especialistas fazem estimativas para os dividendos das maiores empresas do setor em meio aos impactos dessa nova modalidade de empréstimos.

  • Veja mais: JPMorgan testa empréstimo consignado CLT e vê falta de ofertas de grandes bancos

Segundo estudo do JPMorgan do fim de março, o Agibank era a empresa que oferecia maior número de ofertas para os interessados. Conforme o levantamento, nenhum dos grandes bancos listados na Bolsa de Valores apresentou ofertas na estreia do programa. No entanto, as grandes empresas do setor — Itaú (ITUB3; ITUB4), Nubank (NUBR33), Bradesco (BBDC3; BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3) — foram entrando gradualmente desde então e no começo de abril. O Santander (SANB11) disse que iria entrar no programa, mas não deu grandes detalhes quando foi questionado pelo E-Investidor.

Para André Vasconcellos, professor da Trevisan Escola de Negócios, ao lidar com uma nova estrutura de crédito, é natural que instituições com maior exposição sistêmica adotem uma abordagem cautelosa. Ele diz que o consignado CLT, diferentemente do crédito para o funcionalismo público, apresenta riscos relevantes que continuam sendo calibrados: maior rotatividade do emprego formal no setor privado, dependência da estabilidade dos dados do eSocial e ausência de um histórico consolidado de inadimplência nessa nova modalidade.

​Impacto do consignado CLT nos lucros e dividendos dos bancos

Procurada pelo E-Investidor, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) disse que aproximadamente 26% do público que atualmente contrata um crédito pessoal sem garantia poderia usufruir do novo produto de crédito consignado. Este público tomou atualmente R$ 83,8 bilhões emprestados de um total de R$ 322,6 bilhões do crédito pessoal no Brasil.

Milton Rabelo, da VG Research, lembra haver a possibilidade do saldo atual da modalidade quadruplicar nos próximos 4 anos, alcançando R$ 120 bilhões. O especialista diz que com a baixa exposição do Banco do Brasil e do Bradesco ao consignado CLT, é possível que esses dois bancos venham apresentar taxas de crescimento superiores na modalidade em relação ao Itaú e Santander.

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Hugo Cabral, analista da Nord Investimentos, aponta que os bancos podem ter impacto na margem financeira devido ao fato de o do consignado CLT trabalhar com um juro menor. “A medida pode aumentar a carteira de crédito do consignado, mas também o spread (diferenças entre as taxas de juros) vai diminuir, consequentemente, isso deve reduzir a margem financeira”, diz.

  • Confira: Vale a pena aderir ao novo empréstimo consignado disponível para CLT?

O analista explica que ainda não há um estudo preciso sobre a possível redução da margem financeira dos bancos, mas de modo geral, essa decisão envolve as estratégias de risco de cada banco. A instituição financeira teria um ganho com juros (spread) menor por troca de uma inadimplência menor, visto que o pagamento pelo solicitante do empréstimo é descontado diretamente em folha salarial. Assim, a adesão ao programa tende a variar conforme a estratégia de cada banco, o que justifica a abordagem cautelosa observada até o momento.

Larissa Quaresma, analista de ações da Empiricus, diz que em termos de lucros e dividendos, os impactos do consignado CLT para os bancos não devem ser tão representativos assim. Ela lembra que Itaú tem menos de 5% da carteira de crédito em crédito pessoal. Já o Santander possui menos de 6%, o Bradesco cerca de 7% e o Banco do Brasil, menos de 1%.

  • Leia também: Como contratar o empréstimo consignado para trabalhadores CLT no Santander

Ela afirma que os bancos serão obrigados a oferecer o consignado privado para aqueles clientes que têm outras linhas de crédito mais caras, principalmente aquelas sem garantia, como o crédito pessoal. “Quando o banco tem uma exposição muito grande ao crédito pessoal, ele tende a ser afetado, pois esse empréstimo será substituído por uma linha menos rentável, como a do consignado privado”, diz Quaresma.

​Nubank: desafios e oportunidades com o consignado CLT

Se para os tradicionais bancos os impactos serão limitados, o Nubank pode sofrer drasticamente com o consignado privado e sentir queda da rentabilidade medida pelo Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) no curto prazo. É o que diz o analista da Empiricus ao lembrar que o Nubank possui 30% de sua carteira de crédito focada no empréstimo pessoal. “O Nubank é um perdedor em nossa estimativa. A empresa vai ser obrigada a oferecer o consignado CLT. Desse modo, a gente espera uma queda no ROE consolidado”, diz Quaresma.

Questionada pela reportagem sobre qual seria a baixa porcentual do ROE do Nubank por causa do empréstimo consignado CLT, a especialista diz que não possui o cálculo exato. Já os analistas do Goldman Sachs comentam que não é possível afirmar que esses 30% devem migrar do empréstimo pessoal para o consignado privado. Isso porque não dá para afirmar que todos os clientes são trabalhadores do mercado formal e poderão fazer tal transição. Ou seja, para o Nubank, o impacto no curto prazo ainda se mostra incerto.

  • Empréstimo consignado CLT: veja como conseguir o menor juro do mercado

Ao contrário da Empiricus, o Goldman Sachs vê o Nubank como o verdadeiro vencedor do consignado CLT. “Acreditamos que players com balanços patrimoniais sólidos, estruturas de baixo custo e conhecimento tecnológico podem se sair vencedores no longo prazo no crédito consignado para o trabalhador da iniciativa privada, como é o caso do Nubank”, dizem Tito Labarta, Tiago Binsfeld, Beatriz Abreu e Lindsey Shema.

Já os analistas do JPMorgan reafirmam a tese de que o Nubank pode ser beneficiado pelo empréstimo consignado privado devido às suas vantagens competitivas em relação à satisfação do serviço e à estrutura de custos. “O Nubank afirma ter uma participação de mercado de 25% na originação de empréstimos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) – embora seja difícil estimar –, e podemos vê-lo capturando uma parcela significativa dos empréstimos consignados privados também”, explicam.

Os dividendos esperados dos principais bancos

Em meio a esse cenário, o maior pagador de dividendos, segundo as estimativas, deve ser o Banco do Brasil. Milton Rabelo, da VG Research, calcula que os dividendos do Banco do Brasil devem entregar uma rentabilidade de 11% nos próximos 12 meses. Larissa Quaresma, da Empiricus, estima que o BB deve pagar cerca de 10% do seu valor de mercado em proventos nos próximos 12 meses, enquanto Hugo Cabral, da Nord Investimentos, projeta um depósito de 10% do valor de mercado do banco em 2025 e 11% do valor de mercado em 2026.

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Embora a maioria aponte que o Banco do Brasil será o maior pagador de dividendos, a Nord prefere que o investidor compre a ação do Itaú. “Vemos atualmente o Banco do Brasil negociado a um desconto de 30% em relação ao Itaú. Gostamos da tese do banco estatal e dos dividendos que ele pode oferecer. No entanto, recomendamos compra para a ação BBAS3 quando o desconto em relação ao Itaú ficar ainda maior, por volta de 70%. Fora desse ponto, nós preferimos manter o Itaú como o nosso preferido, como no caso atual”, diz Cabral.

  • Em meio ao caos, empresas distribuem quase R$ 111 bi em dividendos, mas recorde tem pegadinha

Essa exigência do mercado, de que o Banco do Brasil apresente desconto em relação ao Itaú, deve-se unicamente ao fato de ser um banco estatal. Caso o investidor não se importe com esse ponto, a compra do Banco do Brasil pode ser uma boa opção. Já para quem for preferir o Itaú, os analistas apontam uma projeção de dividendos para 2025 entre 8% e 11%, menor que a faixa de 10% a 11% do BB, mas sem o fato de ser um banco estatal.

Mesmo que aparente ser mais segura, a linha do empréstimo consignado CLT tende a ser neutra para os bancos tradicionais e até positiva para o Nubank. Essa conclusão dos analistas reforça a razão para os grandes bancos não entrarem com grande força na nova linha de crédito em um primeiro momento – porque a modalidade apresenta rentabilidades menores, o que poderia até reduzir ganhos de margem financeira e ROE.

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