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Empresa explica que resultado se deve, principalmente, ao avanço do faturamento com as vendas de imóveis junto com os custos sob controle
Ebitda avança 38,2% com impulso de GLP-1 e vendas em lojas; XP e Ativa reiteram compra e veem potencial de alta de até 29,5%
Desempenho foi impulsionado por eficiência operacional e menor carga tributária; no ano, os investimentos somaram R$ 3,4 bilhões com foco na revisão tarifária de 2026
O resultado foi impulsionado pelo reconhecimento de R$ 11,4 milhões em crédito tributário referente à exclusão de benefícios de ICMS
O desempenho foi impulsionado pelo avanço das receitas nos segmentos hospitalar e de seguros, além da expansão de margens operacionais no período
Resultado reflete maior impacto financeiro e aumento de depreciação, enquanto receita cresce com expansão de ativos e clientes
Varejista encerrou dezembro com caixa líquido de R$ 83,7 milhões, revertendo posição de dívida líquida registrada um ano antes
Queda foi pressionada por deflação em alimentos, enquanto Ebitda ajustado cresceu 1,2% e receita avançou no trimestre
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