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Juros fecham em direções distintas, com alívio do dólar e expectativas para inflação no radar

Taxas tiveram sessão volátil, com as curtas encerrando em queda e as longas em alta

Por Denise Abarca

22/04/2025 | 18:20 Atualização: 22/04/2025 | 18:20

Juros (Foto: Adobe Stock)
Juros (Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros tiveram uma sessão volátil nesta terça-feira (22) e fecharam com viés de baixa nos vencimentos curtos e em alta na ponta longa. A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 encerrou em 14,720%, de 14,745% no ajuste de quinta-feira, e a do DI para janeiro de 2027, em 14,18%, de 14,21%. O DI para janeiro de 2029 fechou com taxa de 14,08%, de 14,02% no ajuste de quinta-feira.

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A queda firme do dólar teve influência limitada sobre a curva local, atuando sobre a ponta curta mais na primeira etapa dos negócios, associada ao alívio nas expectativas de inflação de curto prazo no Boletim Focus. A projeção de IPCA em 12 meses à frente furou os 5%, ao cair de 5,01% para 4,95%, enquanto a mediana para 2025, após três semanas de estabilidade, cedeu de 5,65% para 5,57%, ambas ainda distantes do teto da meta de 4,50%.

À tarde, as taxas curtas zeraram o recuo, pressionadas por falas do presidente do BC sobre inflação e atividade. Eduardo Velho, economista-chefe da Equador Investimentos, chama a atenção para a ênfase dada ao crescimento da economia, “aparentemente acima do que o BC esperava”, e que, apesar de terem desacelerado, da mediana das expectativas de inflação para 2025 seguirem bem desancoradas. “Foi uma sinalização hawkish”, disse. “E ainda estão vendo se o nível de juros é alto o suficiente para debelar a inflação. Ou seja, a fala não somente ratifica a elevação de 50 pontos-base da Selic em maio como indica que pode não parar em junho”, completou.

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Em audiência pública da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Galípolo ressaltou que a inflação acima da meta está bastante disseminada, “por diversos produtos, sejam bens industriais, sejam serviços, seja através do IPCA ou administrados ou alimentação a domicílio”. Questionado sobre a taxa de juros do Brasil estar em nível elevado, Galípolo ponderou que no atual momento, em que é preciso frear a economia, a taxa de juros precisa estar acima do nível neutro. “A gente está tateando agora nesse ajuste, se a gente está num patamar restritivo suficiente, ou qual é esse patamar restritivo suficiente, ao longo desse ciclo de alta que nós ainda estamos fazendo”, reiterou.

Os vencimentos longos estiveram a reboque do clima externo e notícias do lado fiscal. “Ontem, a Treasury nos EUA subiu bastante, e só caiu parte da alta hoje. Então, seria um efeito defasado do feriado. E internamente ainda há algum mau humor por conta da LDO, muita repercussão na mídia ao longo do feriado prolongado”, afirma o sócio-gestor da Oriz Partners, Carlos Kawall.

O rendimento da T-Note de dez anos voltou a superar ontem os 4,40% e hoje no fim da tarde oscilava nos 4,39%, refletindo os ataques do presidente dos EUA, Donald Trump, ao presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. Trump acusa Powell de atuar de forma política e de estar atrasado ao não promover cortes de juros. Disse ainda que, se quiser, pode demitir o comandante do Fed “bem rápido”, ainda que isso seja bastante improvável pela legislação americana.

Internamente, o noticiário fiscal não ajuda. Auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) identificou a prática de medidas “heterodoxas” na condução das contas públicas pelo governo Lula, segundo um documento preliminar da fiscalização feita pelo Tribunal ao qual o Estadão/Broadcast teve acesso.

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Além disso, Velho acrescenta que o Tesouro tem emitido dívida a taxas muito elevadas nos leilões. “Estão impactando bastante a curva, na tentativa de alongar a divida, com juro real muito elevado, numa despesa que vai ficar também para os próximos governos”, diz.

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