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Tempo Real

Ouro fecha em queda com alívio nas tensões comerciais entre EUA e China

Sessão foi marcada pela redução na demanda por ativos de proteção, como é o caso do metal precioso

Por Poliana Santos, especial para o Broadcast

07/05/2025 | 15:21 Atualização: 07/05/2025 | 15:21

Ouro (Foto: Adobe Stock)
Ouro (Foto: Adobe Stock)

A cotação do ouro caiu nesta quarta-feira (7), após duas sessões de alta, com o anúncio de que China e Estados Unidos devem retomar negociações tarifárias, o que reduziu a demanda por ativos de proteção.

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Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do ouro para entrega em junho caiu 0,90%, encerrando a US$ 3.391,0 por onça-troy.

O metal chegou a abrir em alta nesta manhã, mas passou a cair após a confirmação das conversas entre americanos e chineses, o que reduziu a tensão nos mercados como um todo.

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Segundo David Morrison, da Trade Nation, uma correção, ou ao menos um período de consolidação, é razoável, dado o tamanho dos avanços registrados na segunda e na terça-feira. “A retração está ligada à notícia dos EUA e China. Os traders veem um possível abrandamento nas posturas mais duras, o que é motivo para reduzir posições defensivas e aumentar a exposição ao risco”, avalia.

Apesar das perdas desta quarta-feira, o ouro ainda acumula alta de mais de 2% na semana, refletindo a incerteza persistente em torno da política comercial dos EUA e as crescentes tensões geopolíticas no Leste Europeu, no Oriente Médio e entre Índia e Paquistão. Agora, as atenções do mercado se voltam para a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). Embora seja improvável um corte de juros, os comentários do banco central serão analisados em busca de sinais sobre uma possível flexibilização futura da política monetária.

Para Christopher Lewis, da FXEmpire, o cenário geral sugere que, a menos que haja uma mudança drástica nos fundamentos, a tendência de alta do metal segue firme.

No cenário global, o banco central chinês informou que as reservas internacionais tiveram alta de US$ 41 bilhões em abril, para US$ 3,2 trilhões, abaixo da expectativa do mercado. O levantamento divulgado pelo Banco do Povo da China (PBoC, em inglês) também mostrou que a autoridade monetária ampliou suas reservas de ouro pelo sexto mês seguido em abril.

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*Com informações da Dow Jones Newswires

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