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Mercado

Ibovespa renova máxima histórica aos 138,9 mil pontos; dólar cai ao menor patamar em 7 meses

A alta do índice foi motivada pelos ganhos dos papéis ligados a commodities e pelo acordo comercial do Brasil com a China

Por Rariane Costa,  Daniel Rocha e  Beatriz Rocha 

12/05/2025 | 23:42 Atualização: 29/07/2025 | 6:23

(Foto: Adobe Stock)
(Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje fechou em forte alta. Nesta terça-feira (13), o principal índice da B3 superou os 139 mil pontos e encerrou em valorização de 1,76% aos 138.963,11 pontos. A alta foi motivada principalmente pela elevação dos papéis ligados a commodities, como as ações da Vale (VALE3), que subiram 1,64% hoje. Os investidores também repercutiram o acordo do Brasil com a China, que possibilita o país exportar mais de cinco produtos agropecuários para o gigante asiático. A informação foi confirmada pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, em publicação das redes sociais.

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Na máxima da sessão, o IBOV chegou a alcançar o nível de 139.418,97 pontos. O fôlego da Bolsa brasileira também seguiu apoiado pelos ganhos dos grandes bancos. As ações do Bradesco (BBDC3), Banco do Brasil (BBAS3) e BTG Pactual (BPAC11) subiram 1,98%, 2,03% e 2,01%, respectivamente. A queda dos juros futuros e do dólar à vista também reforçaram os ganhos do Ibovespa.

Em Nova York, as principais Bolsas americanas fecharam sem direção única com o mercado digerindo os dados do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, divulgados na manhã de hoje e que vieram abaixo das projeções dos analistas. Em abril, o CPI americano avançou 0,2% em relação a março e 2,3% na comparação anual. O S&P 500 e o Nasdaq avançaram 0,72% e 1,61%, respectivamente. Já Dow Jones recuou 0,64%.

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Matheus Pizzani, economista da CM Capital, avalia que, apesar dos números terem surpreendido positivamente o mercado, a composição do CPI ainda não aponta para um cenário tão benigno quanto a primeira impressão sugere. “A variação da inflação abaixo do esperado pode ser atribuída em grande medida ao desempenho benigno do grupo de alimentos (-0,1% MoM), com o subgrupo de alimentação no domicílio sofrendo deflação de 0,4%, movimento amplamente afetado pela retração de 12,7% dos preços de ovos, um dos itens que mais vinha pressionando o CPI ao longo dos últimos meses”, diz Pizzani.

O acordo dos Estados Unidos e da Arábia Saudita que resultará em investimentos de US$ 600 bilhões também ajudam no apetite a risco dos investidores.

Dólar chega a R$ 5,60

O dólar hoje fechou em queda de 1,32% a R$ 5,6087 nesta terça-feira, depois de oscilar entre máxima a R$ 5,6743 e mínima a R$ 5,5958. A cotação desta terça-feira é a menor desde 14 de outubro, quando fechou a R$ 5,5827. No exterior, a moeda também recuou. O índice DXY, que compara a divisa americana com seis pares fortes, cedeu 0,81% aos 100,961 pontos.

Na véspera, a moeda americana encerrou em alta de 0,52% a R$ 5,684, acompanhando o movimento de valorização do dólar no exterior, após o avanço nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China.

O diretor de Pesquisa Econômica do Banco Pine, Cristiano Oliveira, prevê que o real se aprecie ainda mais daqui para frente, com o dólar descendo até R$ 5,40 ainda neste ano. Oliveira destaca que o Brasil é um dos beneficiados pelo ambiente externo gerado pela administração Trump, uma vez que é um grande exportador de commodities agrícolas, sobretudo para a China, que ele vê claramente como “vencedora” da queda de braço com os EUA. “Nesse ambiente de queda global do dólar, alguns emergentes, como o Brasil, se beneficiam mais. Do lado interno, a percepção, reforçada pela hoje pela ata do Copom, é de que o aperto monetário está próximo do fim. Temos ao mesmo tempo entrada de recursos para a B3 com valorização de commodities e a perspectiva de um carry ainda elevado, que favorece o real”, afirma Oliveira.

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Dados da B3 divulgados hoje mostram que em maio, até o 9, houve ingresso líquido de R$ 6,042 bilhões na bolsa doméstica por parte dos investidores estrangeiros. No acumulado do ano, o saldo do capital externo na B3 é positivo em R$ 16,55 bilhões.

Ouro encerra em alta após perdas recentes

A cotação do ouro subiu nesta terça-feira (13), recuperando parte das perdas expressivas da véspera, quando o metal caiu ao menor nível em um mês. Ainda há certa cautela dos investidores diante da falta de detalhes sobre o acordo comercial entre Estados Unidos e China.

Na Comex, divisão de metais da Bolsa de Nova York (Nymex), o contrato do ouro para entrega em junho avançou 0,61%, encerrando o dia a US$ 3.247,8 por onça-troy.

Bolsas da Ásia fecham com resultados mistos

O mercado asiático fechou de forma mista nesta terça-feira (13), à medida que a euforia inicial pelo acordo entre EUA e China perdeu força. Os países suspenderam a maioria das tarifas sobre produtos um do outro por um período de 90 dias.

O índice Nikkei fechou com ganhos de 1,43%, a 38.183,26 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi teve crescimento marginal de 0,04%, em Seul, a 2.608,42 pontos. O Taiex também avançou 0,95% em Taiwan, a 21.330,14 pontos.

Na China continental o Xangai Composto teve alta modesta de 0,17% a 3.374,87 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,19% a 2.000,23 pontos.

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O Hang Seng, índice acionário de Hong Kong, que ainda operava quando detalhes do acordo EUA-China foram revelados, fechou em queda de 1,87% a 23.108,27 pontos.

Na Oceania S&P/ASX 200 ficou no azul pela quinta vez consecutiva com alta de 0,43% a 8.269,00 pontos.

Bolsas europeias ampliam ganhos recentes

As Bolsas europeias fecharam em alta nesta terça-feira, dando continuidade aos ganhos recentes após o alívio das tensões comerciais entre Estados Unidos e China melhorar o apetite por risco. O sentimento positivo foi reforçado por dados econômicos mais fortes vindos da Alemanha.

Em Frankfurt, o índice DAX subiu 0,31%, aos 23.638,56 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, avançou 0,30%, para 7.873,83 pontos. O FTSE MIB, de Milão, ganhou 0,39%, aos 40.077,49 pontos, e o Ibex 35, de Madri, teve alta de 0,83%, fechando a 13.769,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 saltou 1,11%, aos 7.190,07 pontos, puxado principalmente pela valorização de 9,47% da EDP Renováveis. Já em Londres, o FTSE 100 contrariou a tendência regional e recuou 0,02%, a 8.602,92 pontos.

*Com informações do Broadcast

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