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ADRs da Vale (VALE3) caem mesmo com minério acima de US$ 100 pela 1ª vez desde tarifaço

Commodity fechou em alta de 1,17%, a US$ 102,16, mas é insuficiente para empolgar os ADRs da mineradora hoje

Por Camilly Rosaboni

14/05/2025 | 9:43 Atualização: 15/05/2025 | 9:29

Minério dispara na China e preço reflete imediatamente nas ADRs da Vale hoje. (Foto: Adobe Stock)
Minério dispara na China e preço reflete imediatamente nas ADRs da Vale hoje. (Foto: Adobe Stock)

Os American Depositary Receipts (ADRs, recibos que permitem que investidores consigam comprar nos EUA ações de empresas não americanas) da Vale (VALE3) recuam no pré-mercado de Nova York nesta quinta-feira (15). O movimento acompanha a fraqueza da véspera, quando ações da mineradora fecharam em queda de 0,49%, negociadas a R$ 54,9.

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Assim como no último pregão, os ADRs da Vale hoje ignoram o avanço do minério de ferro, que fechou em alta de 1,17%, cotado a US$ 102,16 na China. Na quarta-feira (14), a commodity superou os US$ 100 pela primeira vez desde o início do tarifaço de Donald Trump, em 2 de abril.

A valorização do minério é um reflexo do otimismo global após alívio das tarifas dos EUA, que diminui as expectativas de uma recessão mundial. Também fica no radar do investidor o recuo da inflação americana em abril, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (CPI). O índice passou de 2,4% para 2,3% na comparação interanual e ajuda a manter os ânimos do mercado.

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“Entendemos que, apesar da inflação mais branda sugerir a proximidade do início dos cortes (de juros), o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) deverá adotar uma postura cautelosa, em linha com suas últimas comunicações, buscando ganhar tempo para avaliar os desdobramentos da política tarifária”, disse Étore Sanchez, da Ativa Corretora.

Como as ações da Vale reagiram após minério superar US$ 100

O minério de ferro conseguiu superar os US$ 100 pela primeira vez desde o tarifaço anunciado pelos Estados Unidos em abril. A commodity fechou em alta de 2,43%, cotada a US$ 102,26, em Dalian na China na quarta-feira (14).

Em Cingapura, a cotação do minério de ferro seguiu a mesma trajetória de alta verificada no mercado chinês: o contrato futuro da commodity para junho subiu 2,20%, cotado a US$ 101,70 a tonelada, na quarta.

No pregão em questão, ações da Vale (VALE3) chegaram a abrir em alta, mas inverteram sinal e passaram a cair ao longo da quarta-feira (14). No fechamento, as ações da mineradora recuaram 0,49%, negociadas a R$ 54,9, enquanto o Ibovespa cedeu 0,39%, aos 138.422,84 pontos.

Antes, no início da manhã (horário de Brasília) do último pregão, os ADRs da Vale davam um indicativo do reflexo da cotação do minério em Dailan nos ativos da mineradora brasileira, que já apresentavam dificuldade em segurar uma alta de preço. As ADRS da Vale mostravam estabilidade no pré-mercado de Nova York, com apenas uma leve alta de 0,02% na quarta-feira.

Mineradoras e siderúrgicas operavam sem direção

A Vale não foi a única a fechar em queda no último pregão. Os papéis das empresas mineradoras e siderúrgicas operaram sem direção única, apesar da alta 2,43% do minério de ferro em Dalian e de 2,20% em Cingapura.

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Enquanto Vale (VALE3) recuou 0,49%, Bradespar (BRAP4) registrou avanço de 0,24%. Já CSN Mineração (CMIN3) caiu 1,4% e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) cedeu 0,35%. Gerdau (GGBR4) subiu 0,45%, acompanhada de CSN (CSNA3) com alta de 2,88%, enquanto Usiminas (USIM5) recuou 0,72% e CBA (CBAV3) teve alta de 1,43%.

*Com informações de Isabela Mendes e Ana Paula Machado, do Broadcast

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