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Tempo Real

Ibovespa renova marca histórica, aos 139 mil pontos; dólar fecha em alta

Petróleo e balanços estiveram no radar. Investidores também digeriram dados de varejo, com indicações para a Selic em junho

Por Maria Regina Silva e Camilly Rosaboni

15/05/2025 | 10:28 Atualização: 15/05/2025 | 18:27

O ibovespa é o principal índice da B3 (Foto: Adobe Stock)
O ibovespa é o principal índice da B3 (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje fechou em alta de 0,66% nesta quinta-feira (15), aos 139.334,38 pontos, maior nível de pontuação da história no fechamento. As atenções do mercado estiveram na temporada de balanços e dados de varejo – veja aqui os principais assuntos do dia.

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Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa, enquanto os índices de Nova York encerraram mistos. Nasdaq recuou 0,18%, já Dow Jones e S&P 500 registraram ganhos de 0,65% e 0,41%, respectivamente.

A agenda cheia no Brasil e no exterior, além dos resultados corporativos locais, influenciou o rumo dos negócios. Pela manhã, foram divulgadas as vendas do varejo de março no Brasil, que vieram mais fracas do que o esperado na margem e com quedas na comparação anual.

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Nos Estados Unidos, já foram divulgados dados como vendas no varejo de abril, pedidos de auxílio-desemprego e o índice Empire State de atividade industrial referente a maio. Ainda está prevista a divulgação da produção industrial americana. “Há muitos indicadores importantes que certamente devem traduzir em volatilidade”, estima Alvaro Bandeira, coordenador de Economia da Apimec Brasil.

No Brasil, o IBGE informou que o varejo restrito subiu 0,8% em março ante fevereiro — abaixo da mediana de 1,00% das projeções. Na comparação com março de 2023, houve queda de 1,0% (restrito) e de 1,2% (ampliado).

“A queda na comparação anual é um sinal de desaceleração do setor e pode impactar a leitura do mercado sobre os juros. A visão geral começa a migrar para uma perspectiva de Produto Interno Bruto (PIB) mais fraco em 2025”, avalia o economista André Perfeito. Segundo ele, o Banco Central (BC) provavelmente não elevará mais a Selic em junho, mantendo a taxa nos atuais 14,75%.

A temporada de balanços também segue guiando os negócios. Nesta quinta-feira, o mercado repercute o balanço da Eletrobras (ELET3; ELET6) e o resultado da Gol (GOLL4). Ainda são esperados os números de Banco do Brasil, BRF e Marfrig.

Assuntos que moveram o Ibovespa hoje

Bolsas internacionais digerem falas de Powell e dados dos EUA

As bolsas asiáticas fecharam em baixa com realização de lucros, no aguardo de novidades sobre as negociações de tarifas, após a trégua comercial entre EUA e China.

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Já as bolsas europeias encerraram em alta nesta quinta-feira, com impulso de ações do setor de defesa, enquanto investidores analisavam dados econômicos e balanços corporativos da região. Também estavam no radar dos investidores a política tarifária do governo Trump e as negociações entre Rússia e Ucrânia.

Em Londres, o FTSE 100 avançou 0,57%, aos 8.633,75 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,72%, aos 23.695,59 pontos. Já o CAC 40, em Paris, teve alta de 0,21%, a 7.853,47 pontos, na máxima do dia. O FTSE MIB, de Milão, subiu 0,15%, também encerrando na máxima do dia, aos 40.418,82 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 subiu 0,21%, aos 7.191,82 pontos. O Ibex 35, de Madri, avançou 0,65%, a 13.930,20 pontos.

Dólar hoje fecha em alta

O dólar hoje fechou em alta de 0,82%, cotado a R$ 5,6788. O índice DXY, que mede a divisa americana em relação a seis pares fortes, cedeu 0,23% aos 100,803 pontos. “A valorização do dólar frente a divisas como peso mexicano, peso colombiano e rublo, somada à queda de 2,5% no petróleo e ao recuo do minério de ferro em Cingapura, pressionou moedas ligadas a exportações de commodities”, diz Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.

Varejo no Brasil acelera em março

As vendas do comércio varejista subiram 0,8% em março ante fevereiro, na série com ajuste sazonal, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio abaixo da mediana das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que apontava alta de 1,0%. O intervalo das previsões ia desde uma queda de 0,4% a uma alta de 2,0%.

Na comparação com março de 2024, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram baixa de 1% em março de 2025. Nesse confronto, as projeções iam de uma queda de 1,4% a avanço de 2,2%, com mediana negativa de 0,6%.

Commodities: petróleo tomba, enquanto minério sobe

O petróleo hoje fechou em queda acima de 2% após a Agência Internacional de Energia (AIE) elevar nesta quinta-feira suas projeções para a demanda global pela commodity tanto neste ano quanto no próximo. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato de WTI para junho caiu 2,42%, fechando a US$ 61,62 o barril. O Brent para julho, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuou 2,36%, para US$ 64,53 o barril.

Entre commodities hoje, o minério de ferro fechou em alta de 1,17%, cotado a 736,5 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 102,16 em Dalian, na China.

Destaques do Ibovespa hoje

O pregão do Ibovespa hoje foi influenciado também por balanços corporativos, como os números da Eletrobras (ELET3; ELET6). Banco do Brasil (BBAS3), BRF (BRFS3) e Marfrig (MRFG3) anunciaram seus resultados após o fechamento da Bolsa de Valores.

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No noticiário político, o Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou ao Tesouro criar indicadores para avaliar a competitividade dos leilões. Já o Ministério do Desenvolvimento Social estuda reajustar o Bolsa Família para R$ 700 em 2026.

Segundo pesquisa, mais da metade dos parlamentares considera insuficiente a taxação extra sobre altas rendas para compensar a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Esses e outros assuntos ficam no radar do Ibovespa hoje.

*Com informações de Daniela Amorim, Silvana Rocha e Luciana Xavier, do Broadcast

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