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Tempo Real

Juros fecham sem direção única em dia de tombo dos títulos de dívida dos EUA

Incertezas fiscais diante da espera por novidades sobre o IOF movimentaram as taxas nesta sessão

Por Denise Abarca

04/06/2025 | 18:13 Atualização: 04/06/2025 | 18:14

Juros. (Foto: Adobe Stock)
Juros. (Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros fecharam a sessão desta quarta-feira (4) com viés de alta nas taxas curtas e intermediárias e as longas em queda marginal. A leve desinclinação da curva foi atribuída principalmente ao exterior. O tombo dos rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) trouxe algum alívio para a ponta longa, mas limitado pelas incertezas com o quadro fiscal, diante da espera pelas medidas alternativas ao aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

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A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 fechou em 14,830%, de 14,808% ontem no ajuste, e a do DI para janeiro de 2027 passou de 14,18% para 14,21%. A do DI para janeiro de 2029 caiu a 13,60%, de 13,65%, e a do DI para janeiro de 2031, de 13,78% para 13,72%.

A curva americana mostrou fechamento importante nesta quarta-feira, após dados fracos da economia estimularem apostas numa postura mais dovish do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA), num dia também de queda forte dos preços do petróleo. Com o ISM de Serviços em maio entrando em terreno contracionista, e a geração de vagas na pesquisa ADP, também de maio, vindo muito abaixo da esperada, o mercado elevou a probabilidade de corte de juros em junho para perto de 30%.

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O yield da T-Note de dez anos cedia mais de 10 pontos-base no fim da tarde, tocando os 4,35% nas mínimas da sessão, mas com efeito sobre as taxas locais diluído pelas preocupações com as contas públicas. “O mercado doméstico está sentindo a falta de informações sobre as compensações ao IOF. Algumas medidas têm sido ventiladas, mas de concreto não se sabe absolutamente nada”, avalia Gustavo Rostelato, economista da Armor Capital.

Em comentário a clientes, Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos, afirma que o governo, que até então alegava serenidade nas contas públicas, se mostra irredutível quanto na questão do IOF, adotando agora o discurso de que as finanças públicas estão à beira do colapso. “Ontem, após o almoço na residência presidencial, tivemos um ‘não evento’. Enquanto todos aguardavam um anúncio mais objetivo e preciso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apenas trouxe incertezas”, diz.

“As notícias sobre o IOF e a troca por algumas receitas extraordinárias não são boas. A parte que é permanente é burocrática, exige PEC, o que parece difícil de progredir com um governo com aprovação em queda”, afirma Sanchez.

A pesquisa Genial/Quaest sobre o governo Lula, divulgada pela manhã, mostrou que a desaprovação oscilou de 56% em março para 57% em maio, recorde desde o início do governo, enquanto a aprovação foi de 41% para 40%.

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Rostelato, da Armor, vê a ponta curta mais resistente por uma cautela em relação à política monetária dos próximos meses, diante das dúvidas sobre o ritmo de desaceleração da atividade. “O mercado está receoso. Será que a atividade está mesmo arrefecendo? Galípolo tem adotado um tom mais hawkish, de vigilância”, pontua.

Na gestão da dívida, a emissão de bônus de 5 e 10 anos em dólares no exterior hoje pelo Tesouro foi bem recebida pelo mercado. O Broadcast apurou que a demanda pelos papéis está bastante forte, já superando US$ 10 bilhões, apesar da mudança de perspectiva da nota brasileira Ba1, de positiva para estável, pela Moody’s, na sexta-feira. Nas mesas, profissionais acreditam que o Tesouro conseguiu uma boa janela de oportunidade oferecida pelo fechamento expressivo da curva americana.

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