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Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje em mais um dia de negociações comerciais

Reunião entre representantes da China e dos EUA em Londres segue no centro das atenções dos mercados

Por Pedro Teixeira e Matheus Andrade

10/06/2025 | 17:49 Atualização: 10/06/2025 | 17:50

Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)
Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York fecharam esta terça-feira (10) em alta, após mais um dia de negociações comerciais entre Estados Unidos e China em Londres e sinalizações positivas sobre os encontros. O dólar também avançou, enquanto os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) operaram sem sinal único.

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O Dow Jones subiu 0,25%, aos 42.866,87 pontos; o S&P 500 avançou 0,55%, aos 6.038,81 pontos; e o Nasdaq fechou em alta de 0,63%, aos 19.714,99 pontos.

Segundo informações da imprensa americana, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, disse que as conversas estão “indo bem” e devem terminar hoje, embora possam se estender até amanhã. A sinalização ajudou a manter o ambiente benigno para ações em Wall Street.

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As ações da Tesla subiram 5,67%. Ontem, o presidente Donald Trump disse a repórteres que desejava “tudo de bom” ao CEO Elon Musk, após a desavença pública entre eles na semana passada. Trump também afirmou que não venderia o Tesla vermelho que comprou em março, quando os dois estavam em melhores termos.

O McDonald’s perdeu 1,43%, após receber seu terceiro rebaixamento de recomendação e preço-alvo por casas de análise de Wall Street em apenas três dias, sob temor de que a popularização dos medicamentos GLP-1, para perda de peso, reduzam o apetite de consumidores e ameacem a rede de fast-foods no longo prazo.

As ações da J.M. Smucker caíram 15,6%, após a empresa emitir previsões decepcionantes para o ano fiscal de 2026. Por outro lado, os papéis da rede de lojas de conveniência Casey’s General Stores subiram 11,38%. A empresa reportou lucro superior às estimativas de Wall Street para o quarto trimestre fiscal, com crescimento da receita e vendas em lojas em relação ao ano anterior.

Já a Insmed disparou 28%, depois que a empresa biofarmacêutica anunciar resultados positivos preliminares em um ensaio de Fase 2 que avaliou a eficácia e segurança do pó inalatório treprostinil palmítico, tomado por pacientes com hipertensão arterial pulmonar.

Juros dos EUA operam sem sinal único

Os rendimentos dos Treasuries operaram sem sinal único nesta sessão, que segue com grande atenção as negociações entre representantes de China e Estados Unidos em Londres sobre as tensões comerciais. Hoje, autoridades americanas voltaram a afirmar que as tratativas vão bem, mas sem se comprometer com prazos ou detalhes. Amanhã, será divulgado ainda o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) americano em maio. Já hoje, um leilão de T-notes de 3 anos foi destaque para o mercado.

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Por volta das 17h (horário de Brasília), o juro da T-note de 2 anos subia a 4,011%. O rendimento da T-note de 10 anos tinha queda a 4,467%, enquanto o T-Bond de 30 anos recuava para 4,928%.

O secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, disse a repórteres nesta terça-feira que as negociações comerciais com a China estavam avançando de forma positiva. “As conversas com a China foram muito, muito boas”, afirmou. Lutnick indicou que as discussões poderiam continuar até quarta-feira, se necessário.

Um aumento no otimismo em relação às pequenas empresas trouxe algum alívio aos mercados de títulos, que se preparam para os indicadores de inflação desta semana. O índice NFIB de otimismo em relação às pequenas empresas subiu para 98,8 em maio, ante 95,8 em abril. A agitação social em Los Angeles continua, mas sem sinais de impacto econômico que possa abalar os mercados financeiros, apesar da escalada de tensões entre o governo federal e o da Califórnia.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos leiloou hoje US$ 58 bilhões em T-notes de 3 anos, com rendimento máximo de 3,972% – abaixo da média recente de 4,044%, de acordo com o BMO. A taxa bid-to-cover, um indicativo da demanda, ficou em 2,52 vezes, abaixo da média recente, de 2,62 vezes, mas, apesar da expectativa, o leilão teve pouco impacto no mercado.

Moedas globais: dólar avança

O dólar se fortaleceu frente a seus principais pares globais ao longo desta terça-feira, impulsionado pelas perspectivas de um desfecho positivo nas negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China, que avançam pelo segundo dia em Londres.

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O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a uma cesta de seis moedas fortes, subiu 0,16%, a 99,098 pontos. Por volta das 16h50 (horário de Brasília), o dólar subia para 144,83 ienes, enquanto o euro avançava para US$ 1,1434 e a libra era negociada em baixa, a US$ 1,3505.

Mesmo fechando em alta, o DXY perdeu parte dos ganhos do início da sessão, com os investidores adotando uma postura mais cautelosa antes da divulgação dos dados de inflação dos EUA e dos leilões de Treasuries desta semana, nos quais uma demanda fraca pelos títulos americanos poderia pressionar o dólar para baixo.

“O único potencial de alta para o dólar nesta semana depende das negociações comerciais entre EUA e China em Londres, embora nenhum resultado significativo tenha sido divulgado até agora”, diz em nota Antonio Ruggiero, da Convera, fintech com foco em operações de câmbio.
Os ganhos do dólar permanecem limitados, afirmam em nota os analistas do IG Group. Segundo eles, o sentimento em relação à moeda americana continua frágil devido às preocupações com a “política comercial errática e os riscos fiscais” nos EUA.

A baixa demanda pelo leilão de US$ 58 bilhões em T-notes de 3 anos realizado hoje intensificou a pressão sobre a moeda americana. Chris Turner, chefe global de mercados do ING Group, alertou que, caso investidores estrangeiros busquem reduzir sua exposição a ativos denominados em dólar, existe o risco de que não reinvistam em novos títulos do Tesouro dos EUA. “Um leilão fraco poderia reacender a narrativa de um dólar mais fraco”, disse antes da realização do leilão.

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A libra esterlina se desvalorizou diante do dólar e do euro nesta terça-feira, após dados mostrarem aumento do desemprego e queda no crescimento dos salários no Reino Unido. Os números reforçam as perspectivas de que o Banco da Inglaterra continuará cortando as taxas de juros. “O relatório incentivou alguma venda da libra”, diz em nota Lee Hardman, do MUFG.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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