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Juros fecham sem direção única enquanto mercado aguarda decisão do Copom

Menor aversão ao risco no exterior e melhora na percepção sobre a questão do IOF também impactaram as taxas

Por Denise Abarca

16/06/2025 | 18:09 Atualização: 16/06/2025 | 18:09

Juros (Foto: Adobe Stock)
Juros (Foto: Adobe Stock)

Os juros futuros encerraram esta segunda-feira (16) com taxas curtas e intermediárias mostrando viés de alta e as longas em queda moderada, refletindo principalmente o compasso de espera pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) na quarta-feira (18). A menor aversão ao risco no exterior e alguma melhora na percepção sobre a questão da novela do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) também exerceram um pouco de influência, nos vencimentos longos.

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A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 fechou na máxima de 14,880%, de 14,837% no ajuste de segunda-feira. A do DI para janeiro de 2027 encerrou estável em 14,16%. A do DI para janeiro de 2029 caiu de 13,52% para 13,46%, e a do DI para janeiro de 2031, de 13,66% para 13,61%.

O giro de contratos foi fraco, evidenciando a pouca disposição dos investidores em montar posições antes de uma semana pesada de eventos, com destaque para o Copom e a reunião do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) na quarta-feira.

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“A janela de informações e dados tecnicamente se fechou. Então, salvo grandes disrupções, até a deliberação de quarta-feira, tudo o que se tem de tangível já foi lançado”, afirma o estrategista-chefe da BGC Liquidez, Daniel Cunha, ao explicar a dinâmica mais contida do mercado nesta segunda-feira. Pela manhã, foi divulgado o IBC-Br de abril, que subiu 0,16%, acima da mediana das estimativas (+0,10%).

A pressão marginal de alta na ponta curta reflete o quadro de apostas para a Selic levemente pendente para um novo aperto em junho, de 25 pontos-base, que também se observa nas opções digitais na B3. Grosso modo, o mercado está dividido, com chances de 60% para uma alta de 25 pontos e de 40% para manutenção.

Cunha defende que o Copom deveria dar novo aperto de 25 pontos, que, para ele, teria um efeito residual apenas “estatisticamente”, pois na prática pode ser importante para a coordenação das expectativas dos agentes e recuperação da credibilidade da política monetária, que estaria abalada, segundo o estrategista, pelo elevado nível de desancoragem das expectativas de inflação ante a meta de 3%. “Na prática, esses 25 pontos lembram a reunião dividida de maio de 2024”, diz, recordando que essa era exatamente a diferença entre a ala que votou por um corte de 25 pontos (cinco diretores) e os quatro diretores que defenderam redução de 50 pontos-base naquele Copom. “Foi um estrago na condução das expectativas”, afirma.

Os vencimentos longos também repercutem a expectativa levemente majoritária de um Copom mais duro, com taxas em queda, além da leitura do ambiente internacional. “O exterior tirou um pouco do risco de cauda na precificação da guerra Israel-Irã e se o Copom vier mais hawkish essa ponta longa tende a ficar mais comportada”, afirma Cunha.

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Apesar da escalada no conflito no fim de semana, o impacto nos mercados permanece relativamente limitado, afirma a consultoria britânica Capital Economics. “A não ser que haja alguma disrupção na infraestrutura de exportação de energia, os impactos econômicos e financeiros do conflito no quadro global provavelmente continuarão limitados”, afirma o economista Jonas Golterman. O petróleo devolveu parte dos ganhos da sexta-feira e fechou o dia em queda.

Ao mesmo tempo, o mercado mantém um olho em Brasília, dada a expectativa de votação da urgência do projeto de decreto legislativo que susta o novo decreto sobre o IOF. Governistas contam com o indicativo de que o plenário vai votar somente o requerimento de urgência nesta noite, mas não se descarta a possibilidade de derrubada do decreto.

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