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Inverno no bolso: contas de gás e energia podem subir até 80%; veja como salvar o orçamento

Com a chegada do frio, contas de luz, gás, alimentação e vestuário sobem — exigindo atenção redobrada ao orçamento doméstico

Por Isabela Ortiz

25/06/2025 | 15:25 Atualização: 25/06/2025 | 15:25

Com a chegada oficial do inverno, milhões de brasileiros já começam a sentir — além do frio — os efeitos da estação no dia a dia. E não é só a temperatura que cai: o orçamento das famílias também costuma encolher. Isso porque o período traz mudanças de hábito e despesas extras, com aumentos significativos nas contas de energia, gás, alimentação e vestuário. O momento exige atenção e planejamento para evitar que o frio pese também no bolso.

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O alerta é do coordenador do curso de Ciências Contábeis da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid), Wagner Pagliato, que chama a atenção para os chamados “gastos invisíveis” — despesas sazonais que passam despercebidas, mas que, somadas, comprometem o orçamento. “É comum que os gastos aumentem no inverno, mesmo sem que as pessoas percebam. O uso prolongado do chuveiro elétrico, aquecedores, secadoras e o consumo de alimentos prontos ou pedidos por delivery impactam diretamente as contas domésticas”, alerta.

Segundo dados da Associação Brasileira de Planejamento Financeiro (Planejar), as despesas com energia elétrica podem registrar aumento de até 30% durante a estação, em comparação com os meses mais quentes. Já um estudo recente da Gaslog aponta que, neste inverno, o gás de cozinha pode subir até 80%, pressionando ainda mais o bolso dos brasileiros.

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Gastos invisíveis (e inevitáveis)

Para o especialista da Unicid, o principal fator de aperto nesta época do ano é que o inverno costuma ativar uma série de despesas que parecem pequenas individualmente, mas que, somadas, geram impacto real no orçamento. A compra de roupas de frio, cobertores, botas e casacos, por exemplo, é praticamente inevitável — especialmente para famílias com crianças, que precisam renovar o guarda-roupa a cada estação. “Muitas vezes, o consumo de inverno não está planejado. Isso leva ao uso de crédito rotativo ou parcelamentos, criando um efeito cascata de dívidas futuras”, detalha Wagner Pagliato.

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Outro vilão é o chuveiro elétrico. Com o frio, as pessoas tendem a tomar banhos mais longos e quentes. Em lares com mais moradores, e em um cenário no qual a conta de luz já tende a ficar mais alta, os valores podem disparar ainda mais. O uso de secadoras de roupas e o hábito de deixar eletrodomésticos ligados por mais tempo também contribuem para o aumento da fatura.

Como economizar sem passar frio

Apesar do cenário desafiador, é possível manter o conforto térmico e ainda economizar com pequenas mudanças de hábito. Wagner Pagliato, docente da Unicid, lista algumas medidas:

  • Otimize o uso da energia elétrica: use o chuveiro no modo “verão” sempre que possível e reduza o tempo de banho; desligue equipamentos que não estiverem sendo usados;
  • Planeje as refeições: cozinhar em casa com alimentos da estação é mais econômico e saudável. “A tentação do delivery no frio pesa tanto na saúde quanto no bolso”, reforça;
  • Reaproveite e troque roupas: antes de comprar, veja o que ainda serve. Trocas entre amigos ou brechós são alternativas sustentáveis e acessíveis;
  • Aproveite a luz natural: mantenha janelas abertas durante o dia para aquecer a casa e economizar na iluminação artificial.

Para quem já está com o orçamento apertado, a dica bônus é simples: pare, respire e reorganize. “Frio não pode ser desculpa para se endividar. A mudança de estação é uma oportunidade de rever hábitos e melhorar a relação com o dinheiro”, conclui Pagliato.

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