Apesar da pressão cambial, os analistas Lucas Barbosa, Lucas Esteves e Gabriel Tinem argumentam que o desempenho acumulado da WEG no ano é exagerado. A ação acumula queda de quase 19% em reais ou de 6% em dólares, tendo em vista uma valorização de 16% do Ibovespa.
“Além disso, acreditamos que os resultados decepcionantes do primeiro trimestre(queda na receita e na margem trimestrais) provavelmente serão seguidos por alguns trimestres de melhora sequencial da margem, apoiados por um mix de produtos melhor, o que poderia suprimir o sentimento negativo em relação ao papel”, dizem os analistas.
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