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JBS (JBSS32) recua quase 3% em NY após projeções mais fracas para o 2T25; confira

Entre as casas, o Goldman Sachs revisou o preço-alvo da ação com a revisão para baixo nas estimativas

Por Vinícius Novais e Leandro Silveira

08/07/2025 | 14:06 Atualização: 08/07/2025 | 13:44

JBS (JBSS32) (Foto: Divulgação / JBS)
JBS (JBSS32) (Foto: Divulgação / JBS)

As ações da JBS (JBSS32) na New York Stock Exchange (NYSE) caem 2,90% na bolsa de Nova York, pressionadas por uma série de comentários de bancos sobre as perspectivas da companhia no segundo trimestre.

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O Itaú BBA projetou um resultado do segundo trimestre misto, com um Ebitda (lucro antes de juros, depreciação, amortização e impostos) consolidado de R$ 8,9 bilhões, 10,1% abaixo do igual período de 2024.

Já o Goldman Sachs revisou o preço-alvo da ação de US$ 19,50 para US$ 19,20. O banco revisou para baixo suas estimativas para os resultados da JBS no segundo trimestre de 2025, citando tendências mais fracas no setor de carnes nos Estados Unidos. A nova projeção da instituição para o Ebitda ajustado da companhia no trimestre é de R$ 8,2 bilhões – queda de 8% em relação à estimativa anterior.

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Enquanto isso, a XP Investimentos prevê um segundo trimestre de 2025 pouco empolgante para a JBS, com estimativa de queda de 12% no Ebitda ajustado.

Visão do mercado para o balanço da JBS no 2T25

Goldman Sachs

O Goldman manteve a recomendação de compra para as ações da JBS em relatório prévio à divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2025, mas reduziu o preço-alvo. A queda foi de US$ 19,50 para US$ 19,20 para os papéis Classe A negociados nos EUA, e de R$ 111,40 para R$ 105,00 para os BDRs negociados na B3.

O banco destaca que os desafios enfrentados pela companhia são generalizados no setor, e reitera que a JBS “continua sendo uma das melhores operadoras nos principais mercados em que atua”. Além disso, o relatório aponta que os spreads (sobretaxas) da carne bovina nos EUA melhoraram significativamente desde meados de junho, superando os níveis de 2024 em julho. A diversificação geográfica da companhia também é vista como um fator de compensação, com destaque para o bom momento da operação na Austrália, volumes sólidos no Brasil e margens melhores que o esperado na Seara.

Segundo o Goldman, a JBS negocia atualmente com um desconto de 21% em relação à Tyson Foods, considerando o múltiplo EV/Ebitda projetado em 12 meses sob padrão contábil US GAAP. Para o banco, não há razões estruturais que justifiquem esse desconto em relação aos pares.

No relatório, o Goldman revisou para baixo suas estimativas para os resultados da JBS no segundo trimestre de 2025, citando tendências mais fracas no setor de carnes nos Estados Unidos. A nova projeção do banco para o Ebitda ajustado da companhia no trimestre é de R$ 8,2 bilhões – queda de 8% em relação à estimativa anterior. Também há queda de 17% na comparação anual. A receita líquida deve ser de R$ 121 bilhões, com avanço anual de 6%. Já o lucro líquido consolidado deve aumentar 28%, para R$ 2,595 bilhões.

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A fraqueza do segmento de carne bovina nos EUA, que enfrenta uma “temporada lenta”, e o aumento dos custos na operação de carne suína naquele país devem afetar os resultados da companhia, segundo o relatório. O banco também prevê que essas pressões devem afetar temporariamente a dinâmica de capital de giro da JBS e seu fluxo de caixa livre, que deve ficar próximo do ponto de equilíbrio no trimestre.

Itaú BBA

O Itaú BBA projetou um segundo trimestre misto para a JBS, com um Ebitda consolidado de R$ 8,9 bilhões, 10,1% abaixo do igual período de 2024. O desempenho fraco das operações de carne bovina e suína nos Estados Unidos deve pressionar os resultados, enquanto o segmento de aves e a unidade Seara no Brasil devem ajudar a mitigar as perdas, segundo relatório do banco.

“A divisão de carne bovina nos EUA deve ser o destaque negativo do trimestre”, afirmou o Itaú BBA, citando os altos custos do gado e a defasagem entre os preços da proteína e dos insumos. O Ebitda da operação de bovinos na América do Norte deve ficar negativo em US$ 181 milhões, com margem de -2,5%.

No caso da carne suína nos EUA, o banco também espera margens pressionadas, estimadas em 7,9%, abaixo do intervalo histórico, devido ao descompasso entre o aumento do preço dos suínos vivos e o valor da carne no atacado.

Em contrapartida, a Pilgrim’s Pride, subsidiária de frango da JBS nos EUA, deve registrar um bom desempenho, com Ebitda estimado em US$ 668 milhões e margem de 14,5%, o melhor patamar desde 2017. O resultado reflete a sazonalidade favorável, preços altos da carne bovina no país e as restrições impostas à exportação de frango brasileiro após o caso de gripe aviária. No entanto, o Itaú BBA alerta para uma possível reversão dessa tendência a partir do terceiro trimestre, com a recente queda nos preços do frango nos EUA.

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Já a Seara deve entregar um “trimestre melhor do que o temido”, mesmo com as restrições temporárias às exportações brasileiras. O banco projeta Ebitda de R$ 2,2 bilhões e margem de 16,5%, destacando a capacidade da empresa de realocar sua produção para o mercado doméstico e reorganizar o mix de exportações. Apesar disso, o recuo de cerca de 12% nos volumes exportados em relação ao trimestre anterior pode pressionar os preços no mercado interno.

Nas demais operações, o Itaú BBA projeta margens saudáveis no Brasil e na Austrália, com expectativa de Ebitda de 5,8% e 11,2%, respectivamente, impulsionadas pela demanda global aquecida e oferta limitada de carne bovina.

Apesar da possível revisão para baixo nas estimativas de curto prazo, o Itaú BBA mantém uma visão positiva para o papel da JBS no médio prazo. O preço-alvo da ação no fim de 2025 é de US$ 18, o que representa um potencial de valorização de 30,7% frente à cotação atual de US$ 13,77.

XP Investimentos

A XP Investimentos prevê um segundo trimestre de 2025 pouco empolgante para a JBS, com estimativa de queda de 12% no Ebitda ajustado. Ainda assim, manteve a recomendação de compra para os BDRs da companhia. O preço-alvo foi atualizado para R$ 112,20 por ação até o fim de 2026. Segundo os analistas, a valorização das ações deve ocorrer de forma lenta e gradual, já que não há gatilhos claros para revisões de lucro no curto prazo.

A casa estima um Ebitda ajustado de R$ 8,7 bilhões. De acordo com o relatório assinado por Leonardo Alencar, Pedro Fonseca e Samuel Isaak, o trimestre será marcado por desempenhos mistos entre os segmentos da companhia. A Pilgrim’s Pride e a operação na Austrália devem apresentar bons resultados, enquanto a divisão de carne bovina nos Estados Unidos e a Seara tendem a enfrentar mais dificuldades.

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A XP destaca que a Pilgrim’s deve apresentar margem Ebitda ajustada GAAP de 13,5%, impulsionada por preços mais altos e spreads melhores. Mesmo com a recente queda, os preços do frango seguem historicamente elevados, e os custos da ração continuam comportados, o que levou à revisão para cima das estimativas para a unidade. A operação na Austrália, por sua vez, segue se beneficiando da escassez de proteínas nos Estados Unidos e também teve projeções revistas positivamente, com margem Ebitda esperada de 11,5%.

No Brasil, a JBS deve registrar margem Ebitda ajustada IFRS de 5,0%, com desempenho acima do esperado diante da oferta de gado mais favorável, tendência que a XP acredita que se manterá até o fim do ano. Já o segmento de carne suína nos EUA deve apresentar margem de 8,5%, com pressão nos spreads devido ao aumento dos preços do suíno magro. Porém, os custos da ração oferecem alguma compensação.

O maior peso negativo do balanço da JBS (JBSS32) virá do negócio de carne bovina nos Estados Unidos, com projeção de margem negativa em 2,5%. Segundo a XP, o segmento deve sofrer com os preços elevados do gado e spreads mais estreitos, mesmo em um período historicamente favorável do ano.

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