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Itaú BBA analisa Vibra (VBBR3) e Cosan (CSAN3) em eventual venda da dona da marca Mobil no Brasil

Empresa de lubrificantes Moove pode trazer benefícios para uma das empresas, mas para a outra ainda ficam dúvidas; confira

Por Danielle Fonseca

18/07/2025 | 15:49 Atualização: 18/07/2025 | 15:49

Tanque da Vibra Energia (Foto: Divulgação)
Tanque da Vibra Energia (Foto: Divulgação)

A notícia de que a Vibra (VBBR3) iniciou discussões com a Cosan (CSAN3) sobre uma potencial aquisição da Moove, subsidiária que atua no segmento de lubrificantes, tende a ser positiva para a segunda, mas mista para a primeira, na avaliação do Itaú BBA. Segundo as informações, a Vibra teria manifestado interesse em adquirir 100% do negócio, mas não se espera que a Cosan abra mão do controle da operação.

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Na última quinta-feira (17), Cosan e Vibra informaram ao mercado que a avaliação de oportunidades de negócios faz parte do curso regular de suas atividades, mas que não celebraram qualquer acordo, compromisso ou instrumento contratual vinculante para eventual compra de participação na empresa de lubrificantes Moove.

“Se confirmada, a transação deve ser vista como positiva para a Cosan (que detém 70% da Moove), pois representaria mais um passo na implementação de sua anunciada estratégia de desalavancagem“, disse a analista Monique Martins Greco Natal, em relatório.

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Já para a Vibra, a aquisição pode ser estrategicamente relevante, visto que a Moove atualmente detém contratos comerciais e ativos logísticos que poderiam suprir a posição comprada da Vibra em lubrificantes, dada a capacidade ociosa de sua unidade recentemente renovada no Rio de Janeiro. No entanto, a analista vê incertezas significativas na avaliação deste potencial negócio, já que o incêndio de fevereiro na planta da Moove no Rio de Janeiro tornou a previsão dos lucros da empresa mais desafiadora.

Outro ponto é que dependendo do múltiplo de aquisição e da perspectiva de lucros da Moove, a transação também pode aumentar a alavancagem da Vibra. “Nossa análise de sensibilidade sugere que a alavancagem da nova empresa pode ser de aproximadamente 3,2 a 3,7 vezes, dependendo dos cenários de avaliação, o que parece relativamente alto e na direção oposta para investidores que aguardavam desalavancagem, reciclagem de portfólio (Comerc) e dividendos“, destacou ainda o relatório do Itaú BBA.

Além disso, a Moove opera nos Estados Unidos e na Europa, o que representaria a expansão da Vibra em mercados internacionais e pode introduzir certos riscos operacionais.

Quem é a Moove?

A Moove é uma das principais fabricantes e distribuidoras de lubrificantes da América Latina, com forte presença no Brasil (21% de participação de mercado em 2024), em países vizinhos, nos EUA e nas nações européias. A empresa detém os direitos exclusivos da marca Mobil no Brasil. Em fevereiro, porém, sua unidade de produção no Rio de Janeiro foi afetada por um incêndio que comprometeu a capacidade de produção local.

A Vibra, por sua vez, concluiu recentemente a expansão de sua fábrica de lubrificantes da marca Lubrax em Duque de Caxias (RJ), com um investimento de R$ 100 milhões, com a expectativa inicial de atingir a plena utilização em três anos. No entanto, após o incêndio que afetou a fábrica da Moove, esse prazo poderá ser encurtado, dado o potencial redirecionamento da demanda do mercado.

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Nos meses seguintes ao incêndio, a Moove perdeu participação de mercado para concorrentes como Lubrax (marca da Vibra) e Iconic (marca da Ultrapar). No entanto, a empresa recuperou parte dessa participação, atingindo 15% em junho (contra 23% no início do ano e o mínimo de 9% em março).

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