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Petrobras (PETR4) deixa prejuízo para trás e registra lucro de R$ 26,6 bilhões no 2º tri

A estatal reverteu uma perda de R$ 2,6 bilhões referente ao mesmo trimestre do ano passado e aprovou R$ 8,6 bilhões em dividendos

Por Denise Luna e Gabriela da Cunha

07/08/2025 | 22:21 Atualização: 08/08/2025 | 8:57

Fachada da Petrobras (PETR4) (Foto: Adobe Stock)
Fachada da Petrobras (PETR4) (Foto: Adobe Stock)

A Petrobras (PETR4) divulgou nesta quinta (7) os números do balanço do segundo trimestre de 2025. A estatal fechou o período com lucro líquido de R$ 26,6 bilhões, revertendo um prejuízo de R$ 2,6 bilhões no mesmo trimestre do ano passado.

Leia mais:
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Já na comparação ao primeiro trimestre deste ano, o lucro é 24,3% menor, segundo informou a companhia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quinta-feira, 7.

A receita de vendas da Petrobras no período caiu 2,6%, para R$ 119,1 bilhões, frente ao segundo trimestre de 2024, e 3,3% em relação ao primeiro trimestre deste ano.

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O Ebitda, que mede a capacidade de geração de caixa da companhia, teve alta de 5,1% contra o segundo trimestre do ano passado, e recuo 14,5% em relação ao primeiro trimestre de 2025, para R$ 52,2 bilhões.

A dívida líquida da Petrobras subiu para US$ 58,5 bilhões, valor 26,8% superior ao segundo trimestre de 2024. Já os investimentos ficaram em US$ 4,4 bilhões, uma alta de 30,6% com relação ao mesmo período do ano passado.

O fluxo de caixa livre caiu para R$ 19,2 bi no trimestre, 39,6% menor do que há um ano. A Petrobras informou que o preço médio do Brent no período foi de US$ 67,82/b, queda de 20,2% ante ao mesmo período do ano passado.

Petrobras: dívida líquida sobe 26,8% no 2T25

A dívida líquida da Petrobras subiu 26,8% no segundo trimestre, atingindo US$ 58,5 bilhões, contra US$ 46,1 bilhões de igual período do ano passado, informou a estatal nesta quinta-feira, 7.

A dívida bruta alcançou US$ 68,1 bilhões, representando um crescimento de 5,5% em relação ao final do segundo trimestre, principalmente em função das captações realizadas durante o período, no total de US$ 2,6 bilhões.

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Também contribuiu o início da operação do FPSO afretado Alexandre de Gusmão (Mero 4), que resultou no reconhecimento de US$ 1,1 bilhão (parcela Petrobras) no endividamento da companhia.

O prazo médio da dívida variou de 12,19 anos em 31/03/2025 para 11,92 anos em 30/06/2025, enquanto o custo médio passou de 6,9% ao ano (a.a.) para 6,8% a.a. no mesmo período.

A relação dívida bruta/Ebitda ajustado foi de 1,78x ao fim do segundo trimestre em comparação com 1,67x no encerramento do primeiro. A dívida líquida atingiu US$ 58,6 bilhões, aumento de 4,5% em comparação com os primeiros três meses do ano

Petrobras anuncia dividendos e JCP de R$ 8,66 bilhões

A Petrobras aprovou o pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) intercalares no valor de R$ 8,66 bilhões. O valor, equivalente a R$ 0,67192409 por ação ordinária e preferencial, será pago em duas parcelas nos meses de novembro (21) e dezembro (22) de 2025. Os detentores de ADRs receberão os pagamentos a partir de 01 de dezembro de 2025 e de 30 de dezembro de 2025, respectivamente.

“O pagamento proposto está alinhado à Política de Remuneração aos Acionistas (Política) vigente, que prevê que, em caso de endividamento bruto igual ou inferior ao nível máximo de endividamento definido no Plano de Negócios em vigor (atualmente US$ 75 bilhões), e observadas as demais condições da Política, a Petrobras deverá distribuir aos seus acionistas 45% do fluxo de caixa livre”, destaca a companhia em comunicado ao mercado.

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A data base da posição acionária será 21 de agosto de 2025 para os detentores de ações negociadas na B3 e record date em 25 de agosto para os detentores de ADRs. As ações da Petrobras passarão a ser negociadas ‘ex-direitos’ na B3 a partir de 22 de agosto de 2025.

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