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Tempo Real

Ibovespa hoje interrompe sequência de altas com queda das ações da Petrobras; dólar sobe a R$ 5,43

Ações da petroleira afundaram mais de 6% e pressionaram o desempenho do principal índice da B3

Por Camilly Rosaboni

08/08/2025 | 8:32 Atualização: 08/08/2025 | 17:41

Tarifas americanas ceifam ânimo do mercado financeiro. Veja impacto no Ibovespa hoje. (Foto: Adobe Stock)
Tarifas americanas ceifam ânimo do mercado financeiro. Veja impacto no Ibovespa hoje. (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje fechou em baixa na sessão, pressionado principalmente pelas ações da Petrobras, que recuaram 7,95% (PETR3) e 6,15% (PETR4). O índice da B3 encerrou em queda de 0,45%, aos 135.913,25 pontos. As atenções do mercado estiveram em desdobramentos da política tarifária americana, enquanto investidores digeriram os resultados financeiros da estatal.

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Embora o lucro da companhia tenha ficado em linha com as estimativas, alguns aspectos do balanço trimestral divulgado ontem ficaram aquém do esperado, como os dividendos anunciados – leia mais nesta reportagem.

Vindo de quatro altas consecutivas, o Ibovespa contabilizou ganho de cerca de 2,6% no acumulado da semana. A sexta-feira foi marcada por um cenário de enfraquecimento do dólar no exterior, alta dos preços do petróleo, expectativas de afrouxamento monetário nos Estados Unidos e balanços corporativos.

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No exterior, o dia foi de alta para as Bolsas de Nova York, com boa parte das atenções voltadas à política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Na quinta (7), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou que escolheu o atual presidente do Conselho de Assessores Econômicos, Stephen Miran, para ocupar temporariamente o cargo de diretor no Conselho do Federal Reserve, na vaga deixada por Adriana Kugler.

Ibovespa hoje: os principais assuntos desta sexta-feira (8)

Dólar cai ante moedas fortes e sobe ante o real

O dólar hoje fechou em baixa ante outras moedas fortes, um dia após o presidente Donald Trump indicar Stephen Miran para um mandato-tampão no Federal Reserve. O índice DXY, que compara a moeda americana com seis pares, cedeu 0,22% aos 98,18 pontos.

No câmbio local, a moeda americana teve alta de 0,25%, a R$ 5,4361, após fechar a quinta-feira (7) no menor nível desde 3 de julho. Na semana, o dólar acumulou queda de 1,97%.

Agenda econômica do dia

A agenda econômica desta sexta-feira (8) acompanhou os desdobramentos da política tarifária americana, com o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçando impor sanções à Rússia sob o contexto da guerra na Ucrânia. O Ibovespa hoje ainda repercutiu uma nova alta histórica do ouro, enquanto a Petrobras (PETR3; PETR4) realizou teleconferência sobre o balanço do segundo trimestre.

Ainda na agenda econômica hoje, o diretor de Política Econômica do Banco Central (BC), Diogo Abry Guillen, discursou em evento do Jota, em São Paulo. Segundo ele, o uso da expressão “continuação da interrupção do ciclo” pelo Comitê de Política Monetária (Copom) é clara, por mostrar o momento em que o colegiado está. Guillen afirmou ainda que o comitê está comprometido com a convergência da inflação à meta e vai seguir vigilante, podendo ajustar os passos futuros.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve compromisso em Rio Branco pela manhã, onde anunciou investimentos para o Acre. À tarde, participou, em Porto Velho, de cerimônia de anúncios de investimentos para o estado de Rondônia

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Entre os poucos indicadores desta sexta-feira, a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que a produção industrial diminuiu em sete dos 18 locais pesquisados em junho de 2025 ante igual mês de 2024. “Vale citar que junho de 2025 (20 dias) teve o mesmo número de dias úteis do que igual mês do ano anterior (20)”, lembrou o IBGE.

Mais tarde, às 22h30, a China informa dados de inflação.

Bolsas globais acompanham novas sanções de Trump e mudanças no Fed

Conflito entre Trump e Fed no radar do mercado financeiro hoje
Trump entra em conflito com Jerome Powell, do BC americano. (Foto: Adobe Stock)

O mercado internacional ficou atento à possível reunião entre os presidentes dos EUA, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, para discutir um cessar-fogo na Ucrânia. Trump ameaçou ampliar sanções à Rússia se não houver avanços.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, disse que tarifas contra a China estão em avaliação por causa da compra de petróleo russo. Já os Brics (sigla que representa o bloco de países formados por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) foram minimizados por Bessent como “performativos”.

Além disso, o presidente Donald Trump indicou Stephen Miran para um mandato-tampão no Federal Reserve até o fim de janeiro de 2026. Miran é favorável a cortes de juros pelo Fed.

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As Bolsas europeias fecharam na maioria em alta, com exceção de Londres, que ainda repercutiu a decisão do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) na quinta-feira (7), que enviou sinais de menor relaxamento. O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou em alta de 0,19%, a 547,08 pontos. Em Londres, o FTSE MIB caiu 0,06%, a 9.095,73 pontos. Em Frankfurt, o DAX ficou estável, a 24.193,34 pontos. Em Paris, o CAC 40 subiu 0,44%, a 7.743,00 pontos.

Já em Nova York, Dow Jones avançou 0,47%, enquanto S&P 500 e Nasdaq tiveram ganhos de 0,78% e 0,98%, respectivamente.

Em Tóquio, a bolsa subiu 1,85% após relatos de que a Casa Branca concordou em ajustar as tarifas comerciais que haviam superado o acordado.

Os contratos futuros do ouro renovaram máxima intraday histórica, após relatos de que os EUA impuseram tarifas a importações de barras de ouro de um quilo, em um novo golpe à Suíça, o maior centro de refino do mundo.

Petrobras reverte prejuízo com lucro de R$ 26 bilhões

Petrobras divulgou seus números do segundo trimestre no último fechamento. (Foto: Adobe Stock)

A Petrobras divulgou na quinta-feira (7) os números do balanço do segundo trimestre de 2025. A estatal fechou o período com lucro líquido de R$ 26,6 bilhões, revertendo um prejuízo de R$ 2,6 bilhões no mesmo trimestre do ano passado.

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Além disso, a estatal ainda aprovou o pagamento de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) intercalares no valor de R$ 8,66 bilhões – veja quem tem direito aos proventos.

Commodities hoje: petróleo fecha sem direção única, enquanto minério recua

Os contratos futuros de petróleo fecharam sem direção única, após seis sessões consecutivas de baixa, em meio à renovada fraqueza do dólar e avanços para uma conversa entre os líderes da Rússia e dos EUA, bem como as novas ameaças de Israel sobre a Faixa de Gaza.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para setembro fechou estável, a US$ 63,88 o barril. Já o Brent para outubro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), teve alta de 0,24% (US$ 0,16), a US$ 66,59 o barril. Na semana o WTI e Brent cederam 5,12% e 4,42%, respectivamente, na maior queda semanal desde o fim de junho.

Entre as commodities hoje, o minério de ferro no mercado futuro da Dalian Commodity Exchange, para setembro de 2025, fechou em queda de 0,19%, cotado a 790 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 110.

Incertezas sobre tarifas: o que mais mexeu com o Ibovespa hoje?

Os mercados locais tiveram ajustes mais contidos após sinais de que o governo não deve retaliar os EUA. Depois de se reunir com o encarregado de Negócios dos EUA, Gabriel Escobar, o vice-presidente Geraldo Alckmin defendeu o diálogo com o governo americano e citou temas como data centers, big techs e minerais estratégicos.

“Você pode construir aí uma pauta de conversa, entendimento para superar esse problema. Nós não criamos, mas vamos trabalhar para resolver”, afirmou, sinalizando que o plano de contingência do governo deverá sair até a próxima terça-feira (12).

Balanços e teleconferências de empresas como Petrobras e B3 (B3SA3) também influenciaram o pregão.

Esses e outros dados do dia ficaram no radar de investidores e impactaram as negociações na bolsa de valores brasileira, influenciando o índice Ibovespa hoje.

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*Com informações de Paula Dias, Silvana Rocha e Luciana Xavier, do Broadcast

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