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Dólar cai ao menor valor desde junho de 2024, com dados da inflação dos EUA

Dados da inflação dentro das expectativas do mercado pressionam o Fed a reduzir os juros em setembro

Por Daniel Rocha

12/08/2025 | 9:15 Atualização: 13/08/2025 | 9:20

Veja como está a cotação do dólar hoje. (Foto: Adobe Stock)
Veja como está a cotação do dólar hoje. (Foto: Adobe Stock)

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O dólar atingiu no fechamento desta desta terça-feira (12) seu menor valor desde junho de 2024. Encerrou o dia com baixa de 1,01%, a R$ 5,3870, segundo dados do Broadcast. O desempenho reflete a repercussão dos mercados sobre o resultado dos dados de inflação ao consumidor dos Estados Unidos (CPI), que foram divulgados mais cedo. O indicador econômico apresentou uma alta de 0,2% em julho em comparação ao mês anterior, segundo dados do Departamento do Trabalho dos EUA. O resultado veio em linha com as projeções de analistas consultados pela FactSet.

Os dados são determinantes para definir os próximos passos da política monetária dos Estados Unidos. Com o resultado dentro do esperado, as chances do Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) de dar início ao corte de juros a partir da reunião de setembro aumentaram para 90,1%, segundo a ferramenta de monitoramento do CME Group. 

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Vale destacar que esta possibilidade tem sido defendida por alguns dirigentes do Fed. No fim de semana, vice-presidente de supervisão do BC americano, Michelle Bowman, defendeu três cortes de juros ainda este ano. 

A leitura sugere que a inflação está desacelerando de maneira gradual, sem justificar uma mudança radical na política monetária, mas afastando parte dos temores de um cenário de estagflação, diz Paula Zogbi, estrategista-chefe da Nomad.

A expectativa ajudou o VIX, conhecido pelos analistas de Wall Street como termômetro do medo, a retornar ao seu nível menor desde janeiro. Às 15h25 (de Brasília), o índice tomba 9,44%, a 14,71 pontos. Mais cedo o VIX, chegou a 14,66 na mínima do dia que, segundo dados do Broadcast, é o menor valor desde 23 de janeiro e distante do pico dos 60 pontos em abril.

O presidente americano Donald Trump aproveitou a leitura do mercado para voltar a criticar o presidente do Fed, Jerom Powell, e pressioná-lo a dar início ao corte de juros. Em publicação no Truth Social, o republicano citou também um grande processo contra Powell por reformas no prédio do BC americano.

Já em outra publicação, Trump enalteceu os resultados das tarifas de importação imposta para 69 parceiros comerciais. Segundo ele, “trilhões de dólares” estão sendo arrecadados com as novas taxas e que não devem causar inflação ou qualquer outro problema econômica para os Estados Unidos.

O republicano aproveitou a ocasião para criticar David Solomon, CEO do Goldman Sachs, e o banco de investimentos pelas projeções negativas sobre a reação do mercado com as tarifas e seus efeitos para a economia americana.

“Acho que David deveria sair e contratar um novo economista ou, talvez, ele devesse se concentrar em ser um DJ, e não se preocupar em administrar uma grande instituição financeira”, escreveu Trump.

Apesar da ausência de sinais evidentes de um impacto das tarifas para a inflação americana, Gustavo Sung, economista-chefe da Suno Research, ressalta que os possíveis efeitos da política do atual governo ainda podem atrapalhar a condução da política econômica. Dados do Budget Lab da Universidade de Yale mostram que a alíquota média efetiva de importação alcançou até o dia 7 de agosto foi de 18,6%, o seu maior nível desde 1933.

Segundo ele, esse aumento no custo dos bens importados tem potencial para pressionar a inflação dos EUA nos próximos meses, assim como o fim dos estoques dos itens isentos de tarifas.

“Dessa forma, a autoridade monetária permanece diante de um desafio: agir cedo para evitar um desaquecimento da economia, após dados mais fracos do mercado de trabalho, ou aguardar para avaliar melhor o impacto da nova política comercial e até que ponto a inflação pode se afastar da meta de 2,0%”, avalia Sung

Antes da publicação do CPI americano, os mercados repercutiam a trégua tarifária entre os Estados Unidos e a China por 90 dias. A decisão das duas maiores economias do mundo impulsionou o minério de ferro e as bolsas asiáticas, que encerraram o pregão desta terça (12) no campo positivo. 

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Com informações do Broadcast*

 

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