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MRV (MRVE3) reverte lucro e tem prejuízo de R$ 774,7 milhões no 2T25 com impacto de subsidiária nos EUA

Resia, que atua nos EUA na construção e locação de prédios residenciais, teve prejuízo de US$ 163,7 milhões

Por Circe Bonatelli

12/08/2025 | 20:29 Atualização: 13/08/2025 | 10:44

MRV (MRVE3). Foto: Adobe Stock
MRV (MRVE3). Foto: Adobe Stock

O conglomerado de empresas imobiliárias MRV&CO (MRVE3) fechou o segundo trimestre de 2025 com prejuízo líquido ajustado e consolidado de R$ 774,7 milhões, o que representa uma reversão perante o lucro de R$ 29,3 milhões no mesmo período do ano passado.

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Conforme esperado, o balanço do grupo foi impactado pela Resia, subsidiária que atua nos Estados Unidos na construção e locação de prédios residenciais. Ela teve prejuízo de US$ 163,7 milhões (R$ 886,8 milhões). O negócio foi afetado por uma baixa contábil (impairment) de US$ 144 milhões devido a terrenos e empreendimentos que foram colocados à venda, seguindo o plano de redução das operações e foco no corte da dívida, anunciado em julho.

A principal divisão de negócios, a MRV, teve lucro líquido ajustado de R$ 125,5 milhões, alta de 65% na mesma base de comparação anual, embalado pelas condições favoráveis de atuação dentro do Minha Casa Minha Vida (MCMV). O resultado líquido sem ajustes da MRV foi um lucro de R$ 88,3 milhões, o que representa uma melhora frente ao prejuízo de R$ 24,5 milhões de um ano atrás.

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O critério ‘ajustado’ exclui itens considerados não recorrentes e/ou sem efeito no caixa, como a recompra da ações da companhia mediante instrumento financeiro derivativo (equity swap) e despesas financeiras antecipadas com a cessão de carteira de crédito, entre outros itens.

Entre os demais negócios da MRV&CO, a loteadora Urba contribuiu com lucro líquido de R$ 5,6 milhões, enquanto a Luggo, de locação residencial, teve prejuízo de R$ 18,9 milhões.

A receita líquida consolidada totalizou R$ 2,708 bilhões no segundo trimestre, subida de 18% na comparação anual, impulsionada pela MRV, cuja receita foi de R$ 2,525 bilhões, alta de 21%. A MRV deixou de apurar uma receita de R$ 145 milhões por causa de vendas de imóveis cujos repasses não foram concluídos devido a gargalos na liberação de recursos de programas estaduais ligados ao MCMV.

A margem bruta consolidada atingiu 29,4%, elevação de 3 pontos porcentuais. A margem bruta da MRV foi a 30,2%, aumento de 4,2 pontos porcentuais.

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“Tivemos crescimento de vendas e produção na MRV, o que elevou o nível de receita”, afirmou o diretor financeiro e de Relações com Investidores, Ricardo Paixão. “A margem na MRV está melhorando com as safras de empreendimentos mais novos e mais rentáveis”, emendou.

O diretor financeiro reiterou que o MCMV está no seu melhor momento, com boas condições de contratação, o que deve continuar nos próximos meses. “Os fundamentos continuam muito bons. Dá para esperar um segundo semestre forte”, estimou.

No segmento de incorporação imobiliária (MRV), os lançamentos foram de R$ 3,4 bilhões no segundo trimestre de 2025, avanço de 54,2% em relação ao mesmo trimestre de 2024, conforme relatório operacional já divulgado. As vendas líquidas no trimestre foram de R$ 2,7 bilhões, subida de 5,8%.

A empresa está focada em resolver agora os gargalos dos programas estaduais. A questão já foi superada no Rio Grande do Sul, mas ainda não no Ceará e no Amazonas.

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As despesas operacionais da MRV&CO somaram R$ 1,342 bilhão, o triplo do mesmo período do passado, em função do impairment da Resia. Paixão reiterou que a baixa contábil teve um cálculo conservador e que não terá novos efeitos a serem reportados nos próximos balanços. “Acaba aqui”, disse.

O resultado financeiro (saldo entre receitas e despesas financeiras) consolidado ficou negativo em R$ 245,4 milhões, montante 24,5% maior do que um ano antes, por conta do aumento da dívida e dos juros.

A dívida líquida da operação no Brasil, que inclui MR, Urba e Luggo, foi a R$ 2,454 bilhões, 5,3% mais na comparação anual. A alavancagem (medida pela relação entre dívida líquida e patrimônio líquido) foi a 42,6%, alta de 2,7 pontos porcentuais. A operação no Brasil tinha R$ 2,976 bilhões em caixa no fim do trimestre. Já a dívida da Resia foi a US$ 688 milhões no fim do segundo trimestre, aumento de 6,1% em um ano.

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