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Direto da Faria Lima

Fusão com Yduqs faz sentido, mas está fora da mesa neste momento, diz CEO da Cogna (COGN3)

Em entrevista exclusiva ao Balanço em Foco, Roberto Valerio comenta reestruturação no maior grupo de educação do Brasil e como empresa reverteu prejuízo

Por Anderson Figo

20/08/2025 | 17:20 Atualização: 20/08/2025 | 17:32

Movimentos de M&A (fusões e aquisições) estão no DNA da Cogna Educação (COGN3). O maior grupo educacional do País foi criado através da união, em 2014, da Kroton com a Anhanguera. De lá para cá, outros negócios foram feitos, desde a integração da Somos, em 2018, até a compra da Faculdade de Medicina de Dourados, no Mato Grosso do Sul, na semana passada.

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Em entrevista exclusiva à websérie Balanço em Foco, Roberto Valerio, CEO da Cogna, disse que a alocação de capital do grupo deve focar no médio prazo em oportunidades de menor porte, mais regionais, dado o cenário atual de altas taxas de juros no Brasil. Uma eventual fusão com a Yduqs (YDUQ3) — antiga Estacio — ou outras empresas do setor de educação com capital aberto na Bolsa brasileira, é algo que não pode ser descartado, pois tem potencial de captação de sinergias, mas está “fora da mesa” neste momento, de acordo com o executivo.

Roberto Valerio, CEO da Cogna Educação
Roberto Valerio, CEO da Cogna Educação. Foto: Divulgação

“Não está na nossa agenda hoje fazer grandes M&As. [A fusão com a Yduqs] está fora da mesa neste momento, mas é importante dizer que, como qualquer outro setor da economia, não só em educação, a fusão de duas empresas tem uma capacidade de gerar sinergias que é muito relevante”, afirmou o CEO.

[Uma fusão com outra empresa aberta de educação] faz sentido, fica esse vai e vem, sempre tem especulação, mas não está na nossa pauta de prioridades. Nossa pauta é rentabilizar os ativos que a gente tem.

O executivo comentou sobre a reestruturação que a empresa vem atravessando desde a pandemia, focando em investir em tecnologia para ganhar eficiência e priorizando crescer nas áreas com maior potencial — no ensino universitário presencial, por exemplo, o esforço tem sido em cursos com maior tíquete médio, como medicina e direito; já no ensino básico, o grupo trocou as escolas físicas pelos sistemas de ensino, como o Anglo.

Inteligência artificial e dividendos

Valerio afirmou que a Cogna tem usado a inteligência artificial para ajudar a companhia a melhorar seus processos. “Essas ferramentas têm melhorado nossa relação com os clientes. Elas fazem a prospecção de quais têm maior propensão a evadir. A capacidade de comunicação e engajamento com os alunos, tanto do ponto de vista acadêmico quanto do financeiro, também é crescente. A gente tem ferramentas hoje de dados que identificam há quanto tempo o aluno não entra no ambiente virtual para fazer um exercício”, disse.

“A gente sabe que quando um aluno falta na P1, na primeira prova do semestre, a chance de ele se desengajar é muito alta, então, quando a gente identifica uma falta na P1, no dia seguinte já tem uma ação para tentar remarcar uma prova substitutiva para tentar mantê-lo engajado”, completou o executivo. O CEO disse que a adimplência dos clientes está relacionada à renda das famílias, mas também a outros fatores, como o quanto que a empresa está próxima a esses clientes, sejam eles alunos, no B2C, ou as escolas, no B2B.

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Sobre dividendos, o presidente da Cogna afirmou que a companhia pretende continuar distribuindo lucro aos acionistas ou até usar caixa para recomprar ações. Com o avanço do processo de reestruturação, a empresa voltou a pagar proventos em 2024. Neste ano, a companhia realizou o pagamento de quase R$ 121 milhões em dividendos no final de maio. Confira a entrevista na íntegra com o CEO Roberto Valerio no player acima, ou clique aqui.

  • Veja também: Itaúsa deve elevar posição em empresas do portfólio, mas freia novos investimentos externos

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