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Nem Venezuela, nem eleições: Ibovespa deve ignorar incertezas e chegar a 192 mil pontos em 2026, diz Ágora

Dalton Gardimam, economista-chefe da corretora, projeta ano positivo para a renda variável

Por Jenne Andrade

06/01/2026 | 13:00 Atualização: 06/01/2026 | 13:00

Dalton Gardimam, economista-chefe da Ágora Investimentos (Foto: Ágora Investimentos)
Dalton Gardimam, economista-chefe da Ágora Investimentos (Foto: Ágora Investimentos)

Os investidores brasileiros iniciaram 2026 com novas peças no tabuleiro. O avanço dos Estados Unidos sobre a Venezuela adicionou incertezas a um ano que já prometia volatilidade em função das eleições presidenciais em outubro. Contudo, de acordo com a Ágora Investimentos, nada disso deve impactar a trajetória do Ibovespa, que deve chegar aos 192 mil pontos até dezembro.

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Essa projeção significa uma alta de cerca de 20% nos próximos 12 meses, na esteira dos cortes esperados na taxa básica de juros, a Selic. Hoje em 15% ao ano, a taxa Selic deve chegar a 12,25% no fim do ano e aliviar a pressão sobre as empresas mais ligadas à economia local.

Além da queda dos juros, é esperado um dólar mais fraco em 2026, o que também deve impulsionar os ativos de risco no mercado local. “A Bolsa ficou um pouco menos barata após a alta de 34% em 2025, mas, decididamente, não podemos chamar a nossa bolsa de ‘cara’”, afirmou Dalton Gardimam, economista-chefe da Ágora Investimentos, em entrevista exclusiva ao E-Investidor.

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Apesar de ser uma nova fonte de incertezas, a tensão geopolítica na Venezuela, com a prisão do líder político, Nicolás Maduro, e possível influência dos EUA sobre as reservas de petróleo venezuelanas, não deve gerar impactos no curto prazo. Mesmo com a maior reserva petrolífera do mundo, a Venezuela possui hoje uma produção de barris incipiente. Reestruturar essa indústria levaria tempo e recursos.

As eleições presidenciais de 2026 também não devem afetar a expectativa positiva para o Ibovespa ou as recomendações para as ações. A principal carteira de ações da Ágora traz nomes como ALLOS (ALLO3), Áxia (AXIA6), BTG Pactual (BPAC11), Cyrela (CYRE3), Itaú Unibanco (ITUB4), Petrobras (PETR4), Sabesp (SBSP3), Suzano (SUZB3), Vale (VALE3), Vibra Energia (VBBR3), enquanto a carteira de dividendos é composta pelas empresas ALLOS (ALLO3), ISA Energia Brasil (ISAE4), Itaú Unibanco (ITUB4), Vale (VALE3), Telefônica Brasil (VIVT3).

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“A ideia de investimento em renda variável é realmente um horizonte um pouco mais longo, de até três anos. E a gente nunca sabe quando exatamente começaremos a realizar aquele potencial”, afirma Gardimam. “Em 2025, essa realização ocorreu possivelmente pelo deslocamento do dólar americano. Em 2026, possivelmente essa tendência deve continuar.”

Ouro, sim. Dólar, não

Na visão de Gardimam, dois ativos podem ajudar os investidores a navegarem a volatilidade de 2026 com alguma proteção: o ouro, que tradicionalmente sobe em momentos de estresse do mercado, e a renda fixa, que apesar dos cortes esperados na Selic ainda deve encerrar o ano em patamar atrativo.

O dólar, por outro lado, não é recomendação para quem quer proteção financeira em 2026. Principalmente, em meio aos juros em dois dígitos e títulos conservadores, como Tesouro Selic, pagando 1% ao mês. “É muito improvável que com essa oportunidade doméstica, vejamos um êxodo para o dólar”, diz Gardimam. O cenário para o câmbio deve seguir a toada do ano passado, com uma moeda americana mais fraca devido às discussões fiscais nos EUA e maior atratividade do Brasil para o investidor estrangeiro devido aos juros elevados. Em 2025, o dólar cedeu 10% frente ao real.

Veja a entrevista completa aqui.

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