No pano de fundo, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou que o país está “muito feliz” com o atual desenho das tarifas sobre a China, em sinal de que o governo Trump pretende preservar a estabilidade nas relações com Pequim.
Em outros mercados, dólar e rendimentos dos Treasuries apresentam oscilações discretas.
Já os contratos futuros do petróleo avançam de forma moderada, impulsionados pela queda nos estoques americanos da commodity, ainda que os investidores mantenham no radar as negociações de uma possível trégua entre Ucrânia e Rússia.
O minério de ferro, por sua vez, caiu pelo sexto pregão consecutivo. Na madrugada em Dalian, o contrato recuou 0,19%, a US$ 107,47 por tonelada, em meio a sinais de que os esforços chineses para cortar a produção em um importante polo siderúrgico do país têm surtido menos efeito do que o esperado.
Apesar da forte queda registrada ontem pela bolsa brasileira, o ambiente externo não sugere espaço para ajustes positivos hoje, sobretudo diante das incertezas e indefinições que seguem pesando sobre o cenário político e diplomático doméstico.