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Ibovespa hoje fecha perto da estabilidade com acordo comercial EUA-UE e ofensiva tarifária de Trump no radar; dólar vai a R$ 5,47

Humor limitado no exterior impactou o desempenho do Ibovespa hoje, em meio a números de arrecadação

Por Camilly Rosaboni

21/08/2025 | 8:10 Atualização: 21/08/2025 | 17:48

Avanço de Lula para 2026 e exterior podem apoiar cautela no Ibovespa hoje. (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)
Avanço de Lula para 2026 e exterior podem apoiar cautela no Ibovespa hoje. (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

O Ibovespa hoje fechou em queda de 0,12%, aos 134.510,85 pontos. Investidores ficaram atentos à formalização do acordo comercial entre Estados Unidos e União Europeia, além da ofensiva tarifária de Donald Trump ao Brasil.

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A combinação entre um cenário internacional cauteloso e um ambiente nebuloso também no Brasil manteve o mercado de ações em posição defensiva nesta quinta-feira. Com o investidor à espera de definições, o Índice Bovespa operou com oscilações contidas desde a abertura, majoritariamente em queda.

No centro das atenções estiveram as ações do setor financeiro, ainda às voltas com os desdobramentos da aplicação da Lei Magnitsky contra os bancos brasileiros. As instituições se veem pressionadas tanto pelos Estados Unidos, com suas sanções ao ministro do STF Alexandre de Moraes, quanto pela resposta do ministro do STF Flávio Dino, de não reconhecer a aplicabilidade da medida no Brasil.

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De acordo com Pedro Moreira, sócio da One Investimentos, embora seja improvável que a Magnitsky seja aplicada em termos extremos, o investidor teme a exposição a cenários desse tipo.

“É uma ruptura entre Brasil e EUA que não se via desde a época da ditadura, o que justifica o temor de um cenário binário e cria ainda novos questionamentos. O investidor se pergunta: ‘o que pode acontecer com a offshore que tenho no exterior?'”, explica.

Hoje a agenda trouxe o início do seminário de Jackson Hole nos Estados Unidos e os dados de arrecadação no Brasil. Outra pesquisa de intenção de voto mostrando desempenho competitivo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também esteve no radar dos investidores. No mercado de câmbio, o dólar hoje fechou em alta de 0,11% a R$ 5,4791.

Na agenda corporativa, hoje o Conselho de Administração da Petrobras (PETR3; PETR4) se reúne para eleger um presidente interino, até o final da próxima semana, antes da eleição definitiva para o lugar de Pietro Mendes, que renunciou ao cargo.

No cenário internacional, a atenção fica no seminário de Jackson Hole, que pode fornecer sinalizações para os próximos passos da política monetária, o que deve influenciar as projeções para os juros no Brasil e, indiretamente, afetar o apetite por risco para ações.

“Dados recentes sobre a economia fizeram reduzir as apostas para um corte de 0,25 ponto porcentual nas taxas de juros americanas, hoje com 80%, contra mais de 90% na semana passada. Se os EUA adiarem os cortes, pode haver influência nos cortes da Selic aqui, com um período mais longo de permanência da Selic em patamar elevado”, afirma Oliveira.

Ibovespa hoje: os principais assuntos para ficar no radar nesta quinta-feira (27)

Bolsas globais refletem cautela com dados de atividade e simpósio do Fed

Lisa Cook disse na quarta-feira (20) que não tem intenção de renunciar à diretoria do Fed, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exortá-la a deixar o cargo. Cook acrescentou que a denúncia criminal que pesa sobre ela era baseada em um pedido de hipoteca de antes de assumir posição no Fed.

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O tom foi de cautela nos mercados internacionais. Em Nova York, os índices de ações recuaram. Nasdaq cedeu 0,34%, enquanto Dow Jones e S&P 500 tiveram perdas de 0,34% e 0,4%, respectivamente.

O economista e professor da Universidade de Harvard Dani Rodrik chamou na quarta-feira as políticas nacionalistas adotadas por Trump, entre elas as tarifas para importação, de “uma derrota embutida”. “Existe a possibilidade, em última instância, de que isso venha a ser uma derrota a si próprio”, disse.

EUA e UE firmam acordo comercial

Os EUA e a União Europeia anunciaram nesta quinta-feira a estrutura para um acordo comercial e tarifário. Em comunicado publicado pela Casa Branca, é destacado que o “esboço” consolidará a relação comercial e de investimento entre as partes e revigorará a reindustrialização das economias envolvidas.

“(O esboço) reflete o reconhecimento, pela UE, das preocupações dos EUA e nossa determinação conjunta em resolver nossos desequilíbrios comerciais e liberar todo o potencial de nosso poder econômico combinado”, diz o comunicado.

Pelo que foi acertado, o bloco europeu deve eliminar tarifas sobre todos os produtos industriais americanos e fornecer acesso preferencial ao mercado para uma ampla gama de frutos do mar e produtos agrícolas dos EUA. Washington, por sua vez, reiterou o teto tarifário de 15% sobre a maioria dos produtos da UE, mesma alíquota para automóveis e peças de automóveis.

O que mais mexeu no Ibovespa hoje?

Tensões entre Brasil e EUA se intensificam com nova ofensiva de Trump. (Foto: Adobe Stock)

A guerra híbrida deflagrada pelo governo Trump contra o Brasil, que mistura uma ofensiva no lado comercial e também no institucional, seguiu como um dos principais assuntos domésticos.

O mercado brasileiro de ações olhou também a pesquisa Genial/Quaest, que mostra o presidente Lula avançando em todos os cenários de segundo turno e oscilando para cima contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou que a orientação do presidente Lula é de que o Brasil insista na negociação com os EUA diante do tarifaço de 50% aplicado sobre produtos brasileiros, mas reconheceu a dificuldade de diálogo.

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O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que o Judiciário não tem poder de interferir em conflitos internacionais. Para o presidente do Conselho da Open Society, Alex Soros, as tarifas e sanções impostas contra o Brasil são uma tentativa de interferência no regime político brasileiro.

Agenda econômica do dia

A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 254,221 bilhões em julho de 2025, uma alta real (descontada a inflação) de 4,57% na comparação com o resultado de julho de 2024, quando o recolhimento de tributos somou R$ 231,044 bilhões, em valores corrigidos pela inflação.

Nos EUA, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto subiu de 55,1 em julho para 55,4 em agosto, atingindo o maior patamar em oito meses, segundo levantamento preliminar publicado hoje pela S&P Global. O resultado surpreendeu analistas consultados pela FactSet, que previam queda do PMI composto a 54,5 neste mês.

Nos Estados Unidos, começou o Simpósio de Jackson Hole, do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) de Kansas City, em meio a pressões do governo Trump pelas saídas do seu presidente, Jerome Powell, que fala amanhã no evento, e da diretora Lisa Cook.

Já o presidente do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, afirmou que ainda considera um corte nas taxas de juros pelo BC americano neste ano, sem detalhar em qual reunião, ao participar de um bate-papo na reunião do comitê executivo da Câmara Metropolitana de Atlanta, nesta quinta-feira. Segundo ele, o Fed quer garantir que, quando adotar uma política monetária, a direção será consistente.

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“Estamos marginalmente restritivos, não acredito que estamos muito restritivos”, disse. Para Bostic, a inflação permanece bem acima da meta de 2% do Fed.

Esses e outros dados do dia ficaram no radar de investidores e impactaram as negociações na bolsa de valores brasileira, influenciando o índice Ibovespa hoje.

*Com informações de Paula Dias, Luciana Xavier e Silvana Rocha, do Broadcast

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