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Citi lista 18 empresas que mais devem se beneficiar com início do ciclo de corte de juros no País

Banco aponta lista de companhias mais expostas ao afrouxamento monetário, com destaque para construtoras, empresas de energia e varejistas

Por Ana Paula Machado

25/08/2025 | 14:50 Atualização: 25/08/2025 | 14:50

A Selic é a taxa básica de juros (Foto: Adobe Stock)
A Selic é a taxa básica de juros (Foto: Adobe Stock)

A perspectiva de corte dos juros no Brasil no primeiro trimestre do próximo ano levou o Citi a avaliar quais empresas de sua cobertura estão mais expostas ao afrouxamento monetário.

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“Ajustamos o modelo de cada empresa coberta para um custo de dívida 100 pontos-base menor e ordenamos pelo impacto resultante no lucro líquido, avaliamos os fatores de despesa não financeiras, como a sensibilidade da receita às taxas (importante para construtoras de imóveis de médio e alto padrão) e selecionamos o que acreditamos serem as duas empresas mais expostas em cada setor”, disse a equipe liderada por André Mazini.

Segundo o Citi, os dois métodos resultam em uma lista de 18 ações que devem se beneficiar de um ciclo de corte. Entre os setores mais sensíveis às taxas de juros estão o mercado imobiliário, serviços públicos e varejo, e a lista inclui Cyrela, Energisa e Magazine Luiza.

O Citi ressaltou que fatores secundários e não diretos podem afetar a sensibilidade de uma ação a cortes de taxas; por isso a equipe realizou uma análise qualitativa. Nessa etapa, os analistas avaliaram fatores não financeiros que influenciam as despesas das empresas cobertas, como a sensibilidade da receita bruta às taxas de juros.

“O objetivo dessa abordagem foi selecionar de 2 a 4 empresas de cada setor coberto para compor a lista final, garantindo uma composição mais diversificada e abrangente.”

Segundo o banco, essa metodologia explica por que algumas das ações mais sensíveis a taxas listadas não foram incluídas na lista final – com exclusões notáveis como Braskem, Qualicorp, CVC Brasil, JSL e Jalles Machado.

“Enquanto, por um lado, a avaliação subjetiva de nossos analistas levou à exclusão de certas ações do filtro final, por outro lado, essa mesma avaliação os incentivou a incluir ações que não se destacam tanto em termos de sensibilidade ao custo da dívida, mas que, em sua visão, são adequadamente sensíveis às taxas de juros”, disse o Citi.

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Segundo o banco, há oito ações incluídas na lista final com base na avaliação subjetiva dos analistas: Assaí, Minerva, Randon, B3, BTG Pactual, CSN, Cyrela Realty e Vibra Energia.

Diante disso, no cenário de afrouxamento monetário, o Assaí, por exemplo, segundo o Citi, pode se beneficiar da queda dos juros, pois é geradora de caixa, mas ainda tem alavancagem elevada, com relação dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 3 vezes. “Com taxas de juros mais baixas, a empresa aceleraria o processo de desalavancagem, ao qual a administração está altamente comprometida.”

Já a B3, a Bolsa brasileira, de acordo com o Citi, é conhecida como uma ação de duplo beta, pois seus lucros estão ligados ao ciclo do mercado de ações. Com taxas de juros mais baixas, é provável que a ação se beneficie.

Para a Cosan, o Citi afirma que a empresa possui alta alavancagem e não há perspectiva de redução significativa no futuro próximo. “No entanto, poderíamos ver uma potencial reavaliação da empresa em um cenário de taxas de juros mais baixos.”

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