No caso da entrada das ações da B3, o Safra explica que a empresa está entre uma das que mais se desvalorizou no mercado de capitais, abrindo oportunidade de compra. “A empresa é negociada a um múltiplo atrativo de 11,4 vezes o lucro estimado para 2026, além de oferecer um dividend yield acima de 7%, o que reforça nossa perspectiva positiva para a manutenção das ações.”
No caso da Copel, o Safra destaca que a inclusão do papel tem como base os resultados recentes da empresa, além de sua nova política de dividendos, com estimativa de um rendimento anual de 8,5% nos próximos três anos. “A migração para o Novo Mercado (segmento mais elevado de governança corporativa) e o desinvestimento de ativos não essenciais são muito positivos para a ação, e acreditamos que ela deve continuar apresentando forte desempenho.”
Em agosto, a carteira Top 10 Stocks do Safra apresentou avanço de 8,69%, acima do desempenho do Ibovespa, que teve alta de 6,28%.