É o BEST11, um ETF que replica o MarketVector Brazil BESST Quality Index. O benchmark acumula uma valorização de 66,60% entre janeiro de 2021 e agosto de 2025. Em termos de comparação, o Ibovespa subiu 18,83% no período.
Como o nome propõe, o ativo quer capturar o que há de melhor na Bolsa brasileira. A seleção é feita pela lucratividade das empresas; depois, são selecionadas aquelas que remuneraram seus acionistas de forma constante em dois dos últimos três anos. Cada nome só pode ter um peso de 8% na carteira, que é rebalanceada trimestralmente para controle de risco, diz a gestora.
O índice tem atualmente 23 empresas. As maiores posições são BTG Pactual (BPAC11), Itaú Unibanco (ITUB3), Sabesp (SBSP3), Bradesco (BBDC4) e Eletrobras (ELET3). Bancos, elétricas, seguradoras, companhias de saneamento e telecomunicações são os setores principais.
O BEST11 vai pagar dividendos mensais. A taxa de administração é de 0,5% ao mês.