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Moody’s reafirma nota do Banco do Brasil (BBAS3) e mantém perspectiva estável

Agência destaca solidez de capital e diversificação de receitas, mas alerta para riscos na carteira do agro e aumento da inadimplência entre PMEs

Por Marcia Furlan

19/09/2025 | 20:24 Atualização: 19/09/2025 | 20:24

Moody’s reafirma rating Ba1 do Banco do Brasil (BBAS3), com perspectiva estável. Relatório cita solidez de capital, mas aponta riscos em agronegócios e PMEs. (Imagem: Adobe Stock)
Moody’s reafirma rating Ba1 do Banco do Brasil (BBAS3), com perspectiva estável. Relatório cita solidez de capital, mas aponta riscos em agronegócios e PMEs. (Imagem: Adobe Stock)

A Moody’s divulgou hoje (19) as classificações de depósitos em moeda local e estrangeira de longo e curto prazo do Banco do Brasil (BBAs3) em Ba1 e Not Prime, respectivamente, após a afirmação da Avaliação de Crédito Base (BCA) e BCA Ajustada do banco em ba1.

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A agência também afirmou as classificações de Risco de Contraparte de longo e curto prazo em moeda local e estrangeira do banco em Baa3 e Prime-3, respectivamente, e as Avaliações de Risco de Contraparte (CRA) de longo e curto prazo em Baa3(cr) e Prime-3(cr), respectivamente. A perspectiva sobre as classificações de depósitos bancários de longo prazo permanece estável.

Ao afirmar o BCA do BB em ba1, a Moody’s diz reconhecer sua franquia bem estabelecida como o segundo maior banco por ativos totais no País em junho de 2025. Esta posição é apoiada por uma estrutura de ganhos diversificada, acesso constante a depósitos de varejo principais, liquidez sólida e um colchão de capital adequado acima dos mínimos regulatórios nos últimos cinco anos. A nota, no entanto, também reconhece os desafios recentes enfrentados pelo BB, particularmente em sua carteira de empréstimos para agronegócios, e associados à implementação das normas contábeis IFRS 9, considerados gerenciáveis pelo banco.

O relatório aponta que cerca de um quarto da carteira de empréstimos do BB consiste em exposições de baixo risco, incluindo empréstimos a indivíduos por meio de consignados e hipotecas, bem como empréstimos a entidades relacionadas ao governo apoiados por recebíveis fortes. Essas carteiras de empréstimos ajudam a mitigar os desafios relacionados à carteira de agronegócios e empréstimos para pequenas e médias empresas (PMEs), que representavam 13,0% e 10,9% dos empréstimos brutos, respectivamente, em junho de 2025.

“Embora a carteira de empréstimos granular do BB também apoie a geração de ganhos recorrentes que permitem ao banco suportar períodos de rentabilidade pressionada, as receitas de negociação, taxas de serviço e outros produtos, incluindo seguros e banco de investimento, também contribuem positivamente para os resultados finais”, diz a Moody’s.

A proporção de empréstimos problemáticos do BB aumentou para 8,4% em junho de 2025, de 7,8% em março de 2025, e a proporção de empréstimos inadimplentes de 90 dias (NPL) subiu para 4,2%, de 3,9% no mesmo período. A deterioração na qualidade dos ativos foi impulsionada principalmente pela carteira de empréstimos de agronegócios, mas o risco de concentração da carteira do BB expõe o banco a uma tendência crescente de pedidos de recuperação judicial por produtores, particularmente na indústria de soja.

Os volumes de empréstimos problemáticos do BB também aumentaram entre os mutuários de PMEs enfrentando dificuldades financeiras devido ao ambiente de altas taxas de juros do País. “Consideramos que um cenário persistente de fraca qualidade dos ativos poderia exercer pressão negativa sobre o BCA do banco nos próximos trimestres”, diz a agência.

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