Para Gabriel Barra e Pedro Gama, com o movimento, a Cosan poderá ter uma trajetória saudável de geração de caixa e deverá estar mais próxima da meta de índice de cobertura de juros de 1,5x em breve. Eles entendem também que os novos parceiros devem agregar nas discussões de alocação de capital e gestão da Cosan e afirmam ainda que a companhia poderá desalavancar sem perder a qualidade de seu portfólio.
“Em resumo, acreditamos que a empresa está entrando em uma nova fase, que deverá ser marcada pela desalavancagem na holding, enquanto pode estar mais próxima de abordar o plano de sucessão de Rubens Ometto”, escreveram Barra e Gama