“É uma bela notícia para o Amapá. Foram aproximadamente 25 simulações de 25 tipos diferentes de acidentes ou situações de risco avaliados pelo Ibama. Agora saiu o relatório com a aprovação, com algumas considerações e um dos ajustes já foi feito. O outro em pouco tempo também será concluído para que a pesquisa seja realizada e, enfim, o Amapá tenha a garantia de mais empregos e renda com novas cadeias produtivas e indústrias, com a atração de novas empresas que já estão aqui prospectando o estado como a fronteira do futuro”, disse o governador no site do governo.
O Ibama solicitou que sejam incorporados ajustes ao plano de proteção à fauna apresentado pela Petrobras, “de modo a contribuir para o processo de melhoria contínua da estrutura de resposta, garantindo sua adequação e alinhamento aos requisitos da região”. A Petrobras informou que irá revisar o plano conforme as observações apontadas por parecer e que representará o documento ao Ibama até esta sexta-feira, 26.
A operação de simulação foi realizada com uso do navio-sonda NS-42 (ODN II), contratado pela Petrobras e contou com uma equipe de mais de 400 profissionais. O plano de segurança é o maior já feito o Brasil e, além da sonda, inclui 12 embarcações, três helicópteros, um Centro de Defesa Ambiental e dois Centros de Despetrolização e Reabilitação de Fauna: um em Belém, operando desde 2023, e outro em Oiapoque, onde foram realizadas as simulações recentes.
De acordo com o diretor de Atração e Investimento da Agência de Desenvolvimento Econômico do Amapá (Agência Amapá), Antônio Batista, “a espera chegou ao fim”, disse no mesmo site. De acordo com ele, o povo do Estado já está celebrando a licença para a Petrobras iniciar as atividades de pesquisa de petróleo no litoral do estado.
“O Ibama aprovou o simulado, e condicionou que a licença será emitida tão logo a Petrobras encaminhe alguns ajustes no plano ambiental, algo que será respondido rapidamente pela companhia estatal”, afirmou Batista.