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Volume administrado por gestoras chega a R$ 540 bilhões; veja os investimentos que mais cresceram

Renda fixa e variável avançam no semestre com destaque para LCIs, FIDCs e fundos imobiliários

Por Bruna Camargo

29/09/2025 | 14:11 Atualização: 29/09/2025 | 14:14

Volume administrado por gestoras cresce 7,1% no 1º semestre de 2025 e alcança R$ 540,3 bi, revela Anbima, com ganhos em renda fixa, variável e fundos imobiliários. (Imagem: Adobe Stock0
Volume administrado por gestoras cresce 7,1% no 1º semestre de 2025 e alcança R$ 540,3 bi, revela Anbima, com ganhos em renda fixa, variável e fundos imobiliários. (Imagem: Adobe Stock0

O volume administrado pelas casas de gestão de patrimônio alcançou R$ 540,3 bilhões ao final do primeiro semestre de 2025, uma alta de 7,1% em relação ao fechamento de 2024. O número de instrumentos de investimento – como fundos de investimento e carteiras administradas – também cresceu no período, passando de 35.560 para 37.957 (+6,7%). Os dados são da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima).

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“Os gestores se apoiaram em uma estratégia de diversificação para contornar os desafios das conjunturas econômicas doméstica e internacional, com avanços importantes tanto na renda fixa quanto na renda variável“, disse Tatiana Itikawa, superintendente de Representação da Anbima, em nota.

A renda fixa cresceu 9,4%, totalizando R$ 245,5 bilhões. Com isso, a fatia destinada a essas aplicações nas carteiras dos gestores manteve-se praticamente estável, passando de 44,5% para 45,4%. Entre os destaques estão os títulos incentivados, que, no conjunto, avançaram 15,6%, somando R$ 67,3 bilhões.

As letras de crédito imobiliário (LCIs) registraram alta de 43,1% e fecharam o semestre com montante de R$ 17,3 bilhões, enquanto as letras de crédito do Agronegócio (LCAs) tiveram aumento de 19,7%, totalizando R$ 13,7 bilhões. Já as debêntures incentivadas cresceram 6,5%, para R$ 15,7 bilhões.

O crescimento dos créditos de recebíveis imobiliário (CRIs) foi de 9,6%, para R$ 10,1 bilhões. Por outro lado, os créditos de recebíveis do agronegócio (CRAs) recuaram 4%, totalizando R$ 6,1 bilhões. E o avanço das letras imobiliárias garantidas (LIGs) foi tímido (+1,3%), fechando o semestre em R$ 4,4 bilhões.

Ainda, os fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs) terminaram junho com um total de R$ 36,6 bilhões (+31,9%). Os títulos públicos registraram crescimento de 10,7%, somando R$ 42,9 bilhões.

Na contramão, os fundos de renda fixa tiveram um leve recuo de 1%, para R$ 58,9 bilhões. A retração dos certificados de depósitos bancários (CDBs) foi de 3,5%, totalizando R$ 11,5 bilhões. Já as debêntures tradicionais terminaram junho com R$ 10,6 bilhões, queda de 11,4% em relação ao fechamento de 2024.

Um destaque positivo do semestre foi a previdência privada, que cresceu 12,7%, totalizando R$ 16,5 bilhões, ou seja, 3% do volume total.

Demais classes

Concentrando 33,1% do montante administrado pelos gestores, a renda variável teve alta de 10,1%, chegando a R$ 178,9 bilhões. Os destaques foram os fundos de ações, que cresceram 7,3% e chegaram a R$ 79,8 bilhões, e as ações, que registraram avanço de 17,4%, para R$ 69,3 bilhões.

“Com clientes mais acostumados à volatilidade do mercado de ações, os gestores aproveitaram o bom momento do Ibovespa, que, no primeiro semestre, subiu mais de 15% e entregou boa rentabilidade“, afirma Itikawa.

Os fundos de investimento em participações (FIPs) registraram alta de 2,5%, somando R$ 29,4 bilhões, enquanto as aplicações em fundos cambiais cresceram 27,7%, para um total de R$ 154,4 milhões.

Já os instrumentos híbridos recuaram 4,8%, para R$ 94,9 bilhões, o que corresponde a uma fatia de 17,6% do montante administrado. O resultado foi puxado pelos fundos multimercados, que terminaram o semestre em R$ 66,6 bilhões, queda de 11,9% na comparação com o fechamento do ano passado.

Por fim, os fundos de investimento imobiliário (FIIs) avançaram 13,7%, totalizando R$ 22,7 bilhões, e os ETFs cresceram 36,9%, para R$ 5,5 bilhões.

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