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Goldman Sachs diz que este mercado acionário em estilo “Cachinhos Dourados” pode sofrer um choque antes do fim do ano

Uma economia Cachinhos Dourados é, como o nome sugere, algo próximo a um cenário de conto de fadas

Por Jim Edwards, da Fortune

03/10/2025 | 17:56 Atualização: 03/10/2025 | 17:56

Goldman Sachs (Foto: Adobe Stock)
Goldman Sachs (Foto: Adobe Stock)

Em uma nota intitulada “Cachinhos Dourados continua escapando dos ursos”, Christian Mueller-Glissmann e sua equipe no Goldman Sachs argumentaram nesta manhã que o mercado acionário continua sendo impulsionado pelo otimismo em torno da IA e das empresas de tecnologia. Ao mesmo tempo, os investidores estão desfrutando de um ambiente no qual o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) deve realizar pelo menos uma e talvez duas rodadas adicionais de dinheiro mais barato ainda este ano.

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Uma economia “Cachinhos Dourados” é, como o nome sugere, algo próximo a um cenário de conto de fadas: a economia não está nem quente demais (levando à inflação desenfreada) nem fria demais (levando à desaceleração do crescimento). Está, como diz a história, “no ponto certo”.

Mas Cachinhos Dourados pode estar prestes a sofrer um choque antes do fim do ano, escreveu Mueller-Glissmann. “Há um risco de que Cachinhos Dourados encontre um dos três ursos”, disse ele.

O S&P 500 fechou em alta de 0,59% na sexta-feira, próximo ao seu recorde histórico. Os futuros do S&P estavam em alta sólida de 0,53% nesta manhã antes do sino de abertura, então os investidores estão realmente de bom humor.

Eles não estão sozinhos. A presidente do Fed de Cleveland, Beth Hammack, disse à CNBC nesta manhã que não vê o mercado precificando uma “queda material” tão cedo. E Liz Thomas, chefe de estratégia de investimentos da SoFi, publicou recentemente uma comparação fascinante entre o S&P 500 de hoje e o do final da década de 1990, imediatamente antes do fim da bolha das pontocom.

Os dois mercados são assustadoramente semelhantes entre si, disse ela, mas “a conclusão mais clara aqui é que, se os dois ciclos acabarem se parecendo, ainda temos algum espaço antes que este rali de mercado perca força”.

Quais são os ursos com os quais o Goldman Sachs está preocupado? 

“Um choque de crescimento”, devido ao aumento do desemprego ou a “decepções com a IA.”

“Um choque de juros”, resultado do Fed não entregar mais cortes de taxa.

“Um novo urso do dólar”, no qual o dólar perde mais 10% de seu valor (como aconteceu no primeiro semestre deste ano), o que prejudicaria investidores estrangeiros em ações dos EUA — e os afastaria do mercado americano.

Não tema! (Pelo menos no curto prazo.) “Até agora, nenhum desses choques se materializou”, disse Mueller-Glissmann. Mas “achamos que o risco de choques de crescimento e de juros até o fim do ano permanece.”

Aqui está um instantâneo dos mercados no final desta sexta (3):

O índice Dow Jones avançou 0,51%, aos 46.758,28 pontos, em um novo recorde de fechamento. O S&P 500 encerrou o pregão em alta de 0,01%, nos 6.715,79 pontos, também em nova máxima, enquanto o Nasdaq caiu 0,28%, encerrando em 22.780,51 pontos. Na semana, os índices subiram 1,10%, 1,08% e 1,31%, respectivamente.

O STOXX Europe 600 subiu 0,50%.

O FTSE 100 do Reino Unido avançou 0,67%.

O Nikkei 225 do Japão ganhou 1,85%.

O CSI 300 da China fechou em alta de 0,45%.

O KOSPI da Coreia do Sul ganhou 2,70%.

O Nifty 50 da Índia teve alta de 0,23%.

O Bitcoin avançava 1,63%, a US$ 122.482,90.

*Esta história foi originalmente publicada na Fortune.com (c.2024 Fortune Media IP Limited) e distribuída por The New York Times Licensing Group. O conteúdo foi traduzido com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA. 

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