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Mercado

Dólar fecha em alta após falas de Powell e tensões comerciais entre EUA e China

Investidores seguem de olho na reunião entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

14/10/2025 | 9:26 Atualização: 14/10/2025 | 17:36

Veja a cotação do dólar hoje (Foto: Adobe Stock)
Veja a cotação do dólar hoje (Foto: Adobe Stock)

O dólar hoje fechou em alta em meio às tensões comerciais entre Estados Unidos e China e o discurso do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell. No cenário local, a reunião entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio, ficou nos holofotes com a possibilidade de algum acordo sobre as tarifas dos Estados Unidos contra o Brasil.

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No fechamento, o dólar subiu 0,14%, a R$ 5,47. Na máxima, a moeda chegou a R$ 5,5196. A moeda perdeu força após Powell alertar que os riscos negativos para o mercado de trabalho dos Estados Unidos aumentaram, segundo os dados mais recentes disponíveis.

Em discurso durante o encontro anual do National Association for Business Economics (NABE), o dirigente afirmou que, embora a taxa de desemprego tenha permanecido baixa até agosto, os ganhos de emprego “desaceleraram fortemente”, reflexo, em parte, da queda na imigração e da menor participação na força de trabalho.

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Powell avaliou que o mercado de trabalho está “menos dinâmico e um pouco mais fraco”, e que o ritmo de contratações e demissões permanece baixo. Segundo ele, tanto as famílias quanto as empresas relatam percepções em declínio sobre disponibilidade de vagas e dificuldade de contratação. Nesse contexto, disse o presidente do Fed, “os riscos negativos para o emprego parecem ter aumentado”, o que altera o equilíbrio de riscos monitorado pela autoridade monetária.

Ele comentou ainda que “as tarifas estão elevando as pressões sobre os preços” nos Estados Unidos, segundo dados recentes. Powell observou que a inflação subjacente medida pelo índice de gastos com consumo (PCE) atingiu 2,9% em agosto, ligeiramente acima do início do ano, impulsionada pelo avanço dos preços de bens, enquanto os serviços habitacionais continuam apresentando desinflação.

“Os dados disponíveis mostram que o aumento dos preços de bens reflete principalmente tarifas, e não pressões inflacionárias mais amplas”, afirmou Powell, destacando que as medidas protecionistas recentes estão contribuindo para o encarecimento de produtos importados.

Apesar do atraso na divulgação de parte dos indicadores oficiais em razão da paralisação do governo americano (shutdown), o presidente do Fed disse que o banco central continua acompanhando informações públicas e privadas, além de relatos regionais que serão resumidos no Livro Bege de quarta-feira (15). Ele acrescentou que o crescimento da economia “pode estar em trajetória um pouco mais firma do que o esperado”, mas alertou que não há “um caminho isento de riscos” ao equilibrar as metas de emprego e inflação.

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Diante desse cenário, disse ele, o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) avaliou como apropriado “dar mais um passo em direção a uma postura mais neutra” na reunião de setembro. Powell reiterou que o Fed seguirá calibrando sua política “reunião a reunião”, conforme a evolução das perspectivas econômicas e do balanço de riscos, sem seguir um caminho predeterminado.

As falas reforçaram a tese de corte de juros na economia estadunidense. Segundo dados da plataforma FedWatch da Bolsa de Chicago, 95% do mercado precifica cortes de 0,25 ponto porcentual nas reuniões de 29 de outubro e 10 de dezembro. A queda de juros nos Estados Unidos tende a desvalorizar o dólar ante real, pois a medida aumenta o diferencial de juros, trazendo mais investidores para o Brasil.

Guerra comercial entre China e EUA pesam sobre o dólar

No cenário geopolítico, o representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, defendeu uma relação comercial mais equilibrada com a China. Ele informou também que há “um horário marcado” para o encontro entre o presidente americano, Donald Trump, e seu homólogo chinês, Xi Jinping, sem dar detalhes.

Segundo o Wells Fargo, a data limite de 1º de novembro para a imposição de restrições às exportações chinesas e tarifas mais altas pelos EUA eleva a probabilidade de os dois países caírem em um cenário de guerra comercial negativa.

Por enquanto, o banco acredita que ambas as principais potências permanecerão em “guerra comercial contida”, mas destaca que os riscos estão voltados para a materialização de um cenário negativo.

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O cenário negativo do Wells Fargo projeta que a retórica de escalada persistirá, e tanto a China quanto os EUA tomarão medidas para formar alianças estratégicas com nações estrangeiras, enquanto a fragmentação global liderada pelos dois países se aprofunda. Diante disso, questões estruturais podem pesar sobre a economia chinesa, mas as autoridades repensariam a política tarifária e implementariam mais estímulos fiscais para apoiar o consumo interno.

“Uma política fiscal mais frouxa, combinada com uma política monetária mais acomodatícia, compensa apenas parcialmente as tarifas e a China não atinge sua meta de crescimento de cerca de 5%”, diz o banco, ao mencionar que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ficaria em cerca de 4,5% em 2025 e, em 2026, desaceleraria para 4,0%.

Reunião entre Brasil e EUA sobre tarifaço segue no radar do dólar hoje

No Brasil, o mercado segue de olho na reunião entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado americano, Marco Rubio. O ministro acompanhou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem a Roma e ao Vaticano nesta segunda-feira (13). Mas, em vez de retornar ao Brasil, o chanceler vai direto de Roma para Washington, a capital americana, a fim realizar nos próximos dias a reunião com Rúbio para discutir a crise diplomática entre os governos. A programação ainda não foi definida.

A reunião será liderada pelos chanceleres, mas com integrantes das equipes diplomáticas dos dois países. Estão na pauta temas de interesse comum na esfera econômico-comercial, mas também outras prioridades regionais.

Para integrantes do governo, eles podem já começar a discutir, além do tarifaço e das sanções a autoridades brasileiras, um possível acordo para exploração de minerais críticos (com foco em reservas nacionais de terras raras), os planos de regulação de big techs no País e até a crise na Venezuela.

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O presidente Lula já pediu a Donald Trump a revogação da sobretaxa de 40% sobre as exportações brasileiras aos EUA e das punições com cassação de vistos e a Lei Magnistky. O chanceler viaja acompanhado de assessores e parte da sua equipe já se deslocou de Brasília para participar da conversa no Departamento de Estado dos EUA.

Haddad fala em contingenciamento e reforma administrativa

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que irá despachar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre medidas fiscais quando ele voltar ao Brasil.

O petista havia sinalizado uma reunião para quarta-feira com ministros para discutir alternativas à medida provisória que aumentava impostos sobre bets, papéis isentos do agro e outros investimentos. A medida perdeu a validade ao não ser votada pelo Congresso.

O ministro disse que o montante a ser cortado de emendas parlamentares depende do cenário e da decisão de Lula, mas afirmou que pode ser até maior que R$ 7 bilhões. Haddad se reuniu na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado para debater sobre a isenção do Imposto de Renda.

Durante a audiência, Haddad disse esperar que a reforma administrativa comece a fazer justiça, como o projeto de isenção do Imposto de Renda fez. “Isso é um debate que está sendo feito agora, no âmbito da reforma administrativa, que eu espero que comece a fazer justiça. Assim como esse projeto tenta fazer”, disse.

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Haddad respondeu a questionamento do senador Fabiano Contarato (PT-ES) sobre a discrepância entre os supersalários do Judiciário e de professores de ensino básico. Segundo o ministro, aqueles que defendem a justiça deveriam ser os primeiros a respeitar a legislação e o teto constitucional de salário para o funcionalismo.

“Temos muito a avançar, como o senhor colocou, sobretudo na comparação com categorias que não estão respeitando o piso constitucional, o que é, na minha opinião, muito lamentável. Não deveria ser assim. Aqueles que defendem o sistema jurídico brasileiro deveriam ser os primeiros a dar um exemplo de seguir o ordenamento jurídico”, completou. Para ler mais sobre o dólar hoje, clique aqui.

*Com informações do Broadcast

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