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Negócios

Crise no Banco do Brasil (BBAS3): o plano da diretoria para sair do cenário de lucro em queda, calotes em alta e dividendos fracos

Executivos projetam crescimento na carteira de pessoas físicas, enquanto as concessões no agronegócio devem permanecer estáveis em 2026

Bruno Andrade é repórter do E-Investidor
Por Bruno Andrade

13/11/2025 | 15:02 Atualização: 13/11/2025 | 16:09

Balanço do Banco do Brasil do 3T25 mostrou queda de 60% no lucro líquido e inadimplência em alta: recuperação demorada. (Foto: Adobe Stock)
Balanço do Banco do Brasil do 3T25 mostrou queda de 60% no lucro líquido e inadimplência em alta: recuperação demorada. (Foto: Adobe Stock)

O Banco do Brasil (BBAS3) traçou um plano para reverter o ciclo negativo de inadimplência do agronegócio, elevar sua rentabilidade e até avaliar a possibilidade de pagamento de dividendos extraordinários ao fim de 2026. Em coletiva com a imprensa nesta quinta-feira (13), a CEO, Tarciana Medeiros, revelou que a empresa deve conceder mais crédito na carteira de pessoas físicas e reduzir o apetite ao risco nos segmentos do agronegócio e de pessoas jurídicas.

Leia mais:
  • Banco do Brasil (BBAS3) decepciona com corte no lucro e mercado já fala em recuperação lenta e dividendos fracos
  • Banco do Brasil (BBAS3): Podemos até falar de dividendos extraordinários em 2026, diz CFO
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Ontem, o Banco do Brasil reportou um lucro líquido ajustado de R$ 3,78 bilhões no balanço do terceiro trimestre de 2025 (3T25), uma queda de 60,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com o segundo trimestre (2T25), o resultado ficou estável. A rentabilidade do Banco do Brasil, medida pelo Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE, na sigla em inglês) ficou em 8,4%, mesmo patamar do segundo trimestre de 2025, mas 12,7 pontos porcentuais abaixo do terceiro trimestre de 2024, quando o ROE estava em 21,1%.

Em meio a esses números, estatal revisou o seu guidance, cortou a projeção de lucro e agora espera um ganho líquido entre R$ 18 bilhões e R$ 21 bilhões em 2025, abaixo da faixa anterior, que ia de R$ 21 bilhões a R$ 25 bilhões. Já as provisões para Devedores Duvidosos (PDD) foram revisadas de R$ 53 bilhões a R$ 56 bilhões para R$ 59 bilhões a R$ 62 bilhões.

O que esperar do Banco do Brasil nos próximos trimestres?

Para o quarto trimestre de 2025, a companhia espera um balanço melhor que o terceiro em lucro, com a inadimplência do agronegócio ficando sob controle. Segundo Felipe Prince, vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos do BB, o banco está conduzindo um programa de renegociação com base na Medida Provisória 1.314, que estabelece regras especiais para produtores rurais liquidarem e amortizarem operações de custeio. O banco chegou à marca de R$ 5,9 bilhões renegociados.

“Estamos com R$ 11,4 bilhões com negociações em andamento. Nosso foco é chegar em R$ 24 bilhões no total de propostas de acordo. Estamos fazendo os tratados conforme o perfil do produtor. Desse modo, esperamos mostrar um controle do fluxo de inadimplência no quarto trimestre de 2025 e vemos a inflexão da inadimplência no primeiro trimestre de 2026”, disse Prince.

Ainda assim, a companhia projeta crescer apenas 0,32% em sua carteira de crédito do agronegócio, com o ativo indo de R$ 398,7 bilhões no terceiro trimestre de 2025 para R$ 400 bilhões ao fim de 2026. A empresa diz que será mais seletiva e deve continuar a estratégia anunciada em seu investor day, quando os executivos falaram em aumentar a participação de garantias reais em imóveis, passando de 31% nas safras 2024/2025 para 60% nas safras 2025/2026.

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Segundo o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, Gilson Alceu Bittencourt, mesmo com a carteira praticamente estável, a companhia deve entregar uma boa rentabilidade com esses ativos. “Vamos operar com o tamanho similar do ano contra ano, mas prevemos créditos mais rentáveis pelo fato de a carteira estar com a inadimplência controlada, o que deve reduzir as provisões”, disse Bittencourt.

Já o CFO, Marco Geovanne Tobias, disse que a empresa deve focar no crescimento da carteira de crédito pessoa física, que deve ficar bem acima dos atuais R$ 350 bilhões, enquanto a carteira de crédito de pessoas jurídicas deve ficar bem acima da carteira do agronegócio. “Aumentando essa participação relativa da carteira de pessoas físicas, isso vai melhorar o nosso mix e nos ajudar a retomar uma trilha de evolução da rentabilidade do banco em 2026”, disse o executivo.

Questionados pelo E-Investidor sobre qual seria o real tamanho da carteira do agronegócio e em quais segmentos o banco deve crescer, a CEO, Tarciane Medeiros, comentou que o crescimento da carteira de pessoas físicas não anula o crescimento da carteira no agronegócio e em PJ.

“Manter a carteira nesses segmentos ou ter um crescimento em linha com o que estamos observando em 2025, isso demanda de nós todo um trabalho de renovação dessa carteira no próximo ano”, explicou Medeiros.

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A executiva também foi questionada pelo E-Investidor em quais segmentos da pessoa física seriam o foco de crescimento. Segundo Medeiros, o crescimento da carteira de pessoa física faz sentido para 2026 devido ao aumento da massa salarial e a queda da taxa básica de juros da economia, a Selic.

“Vemos o crédito ao trabalhador como oportunidade de crescimento em pessoa física. No entanto, temos a possibilidade de crescer em diversos segmentos. Por óbvio, o segmento de alta renda traz um volume maior em concessão de crédito, mas a gente pretende crescer em todas as áreas da carteira de pessoa física”, disse Medeiros.

Banco do Brasil pode pagar dividendos extraordinários em 2026?

Durante a coletiva com jornalistas, o E-Investidor questionou os executivos sobre a possibilidade real de execução do pagamento dos dividendos extraordinários em 2026, visto que o CFO comentou mais cedo em teleconferência com analistas sobre essa possibilidade. Segundo Tobias, se o dividendo extraordinário for acontecer, ele só deve ocorrer ao final de 2026.

“Vamos olhar muito o nível de rentabilidade ao final de 2026, o nível de capital que teremos e também as perspectivas de novas exigências de capital a partir de 2027. Olhando esses pontos, poderemos entender se vale a pena distribuir um dividendo extraordinário para os nossos acionistas”, disse o executivo.

Mais cedo, Tobias deixou claro que o foco central da companhia é manter o porcentual do lucro pago em dividendos (payout) em 30% ao longo de 2026, mas que a empresa pode falar na possibilidade desses dividendos extraordinários.

“Vamos manter o payout em 30%. À medida que a gente crescer a carteira e retomar o nível de lucro que consideramos ideal para o Banco do Brasil, podemos até falar em dividendos extraordinários em 2026”, disse Tobias durante a teleconferência dos resultados.

Para analistas ouvidos pelo E-Investidor, a probabilidade desses dividendos é baixa. O banco deve mudar sua estratégia de negócios em 2026 e focar na carteira pessoa física para trazer a tão sonhada retomada da rentabilidade. Essa mudança acontece após o Banco do Brasil (BBAS3) reportar um resultado fraco e piorar a percepção dos agentes do mercado sobre a companhia, após revisar suas projeções de lucro para 2025, veja detalhes da análise e projeções para os dividendos nesta reportagem.

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