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Sete Magníficas derretem e perdem, em três semanas, o valor de duas B3

A maior perda nominal do grupo foi a da Nvidia, que encolheu US$ 641 bilhões sozinha no período

Por Beatriz Rocha

21/11/2025 | 17:50 Atualização: 21/11/2025 | 17:50

Sete Magníficas perderam US$ 1,75 trilhão em três semanas. Foto: Adobe Stock
Sete Magníficas perderam US$ 1,75 trilhão em três semanas. Foto: Adobe Stock

As Sete Magníficas, principais empresas de tecnologia dos Estados Unidos – Apple (AAPL), Amazon (AMZN), Alphabet (GOOGL), Meta (META), Microsoft (MSFT), Nvidia (NVDA) e Tesla (TSLA) –, perderam US$ 1,75 trilhão em valor de mercado entre 29 de outubro e 20 de novembro de 2025. O montante equivale ao valor de duas B3, já que todas as empresas listadas na Bolsa brasileira somam, juntas, US$ 866 bilhões. Os dados são da Elos Ayta Consultoria.

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O movimento ocorreu após o Nasdaq registrar a maior pontuação nominal de sua história, aos 23.958 pontos, em 29 de outubro. No mesmo dia, a Nvidia também atingiu seu recorde histórico, cotada a US$ 207,04. Desde então, o índice acumulou queda de 7,85%, enquanto a fabricante de chips perdeu 12,75%. Entre as gigantes, apenas a Alphabet apresentou variação positiva no período, adicionando US$ 180 bilhões ao seu valor de mercado, avanço de 20,8%.

No intervalo, o valor consolidado das Sete Magníficas recuou de US$ 22,24 trilhões para US$ 20,49 trilhões. Mesmo após a correção, o valor consolidado do grupo permanece 23 vezes maior que o conjunto de companhias listadas na Bolsa brasileira.

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A maior perda nominal foi da Nvidia, que encolheu US$ 641 bilhões sozinha, o equivalente a 74% de todo o valor de mercado da B3. Na quarta-feira (19), a empresa reportou lucro líquido de US$ 31,91 bilhões no terceiro trimestre fiscal de 2026, o que correspondeu a um aumento de 65% no comparativo com igual período do ano anterior. O lucro por ação diluído ajustado foi de US$ 1,30. Analistas consultados pela FactSet previam um resultado de US$ 1,26 por ação.

A receita total da companhia somou US$ 57,01 bilhões no trimestre, crescimento de 62% na base anual e acima da expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam US$ 54,91 bilhões. Apesar do balanço vir acima das expectativas, o papel da fabricante de chips terminou a última sessão com desvalorização de 2,97%.

“A narrativa de bolha de ações ligadas à IA continua por conta dos desafios que todas as empresas têm de manter esse crescimento exponencial que vêm apresentando. Os próximos passos exigem grande infraestrutura, energia e dinheiro, e algumas companhias já estão alavancadas”, afirma Marcos Praça, diretor de análise na Zero Markets Brasil.

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A pesquisa Global Fund Manager Survey (FMS, na sigla em inglês) de novembro do Bank of America (BofA) mostra intensificação das preocupações com as grandes empresas de tecnologia. Segundo o levantamento, 45% dos gestores apontam uma bolha de IA como o principal risco de cauda, avanço relevante em relação aos 33% de outubro. Além disso, 53% afirmam que as ações ligadas à IA “já estão em uma bolha”, mantendo o indicador acima de 50% pelo segundo mês seguido.

O relatório destaca também que a posição comprada nas Sete Magníficas voltou ao topo como a negociação mais congestionada, mencionada por 54% dos participantes, superando o ouro, que ocupava a liderança no mês passado. Para o BofA, esse tipo de concentração aumenta a vulnerabilidade a movimentos de correção, caso haja mudança brusca no apetite por risco. Veja os detalhes da pesquisa aqui.

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