• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Banco do Brasil (BBAS3) vê cenário incerto para recuperações judiciais no agronegócio

O crescimento da inadimplência no agronegócio atingiu o recorde de 5,39% ao fim do terceiro trimestre deste ano

Por Isadora Duarte

02/12/2025 | 13:30 Atualização: 02/12/2025 | 13:18

Banco do Brasil (BBAS3). (Foto: Adobe Stock)
Banco do Brasil (BBAS3). (Foto: Adobe Stock)

A atual conjuntura de pedidos de Recuperações Judiciais (RJs) no agronegócio confere um cenário incerto sobre o ritmo e a perspectiva de novos pedidos no setor. O Banco do Brasil (BBAS3) evita traçar cenários sobre uma potencial aceleração ou retração do mecanismo no próximo ano.

Leia mais:
  • Vale reduz meta de produção de minério para 2026 e atualiza guidance até 2030; veja o novo cenário da mineradora
  • Safra projeta aumento do lucro do BTG (BPAC11) e estima ROE de 27% pelos próximos dois anos
  • Como a IA está mudando a educação financeira no Brasil, segundo Nathalia Arcuri, Marilia Fontes e Nath Finanças
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Vamos ter de esperar pra ver o que vai acontecer, inclusive porque no momento há muitas coisas misturadas nas RJs. Não necessariamente se a situação estará boa ou ruim economicamente, terá mais ou menos RJs”, avaliou o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do banco, Gilson Bittencourt, em conversa com jornalistas nesta segunda-feira.

Ao fim de setembro, dados mais recentes, o BB tinha R$ 6,6 bilhões em operações em recuperação judicial envolvendo 928 clientes de uma carteira de crédito de R$ 398 bilhões no agronegócio. O indicador, apesar de minoritário no montante da carteira, afeta as provisões de ativos problemáticos e de caixa do banco. “Tem um impacto relevante. Se isso se tornar algo mais indiscriminado afetará cada vez mais a provisão que tem de ser feita”, apontou Bittencourt.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O crescimento da inadimplência no agronegócio, que atingiu o recorde de 5,39% ao fim do terceiro trimestre deste ano, traz no momento impactos mais significativos sobre a carteira de agronegócio do banco. “O aumento da inadimplência que o Banco do Brasil e outras instituições estão enfrentando não é uma exclusividade da RJ. As RJs normalmente envolvem pessoas físicas ou jurídicas de maior porte, então somando esse grupo pequeno de casos tem um impacto significativo porque são operações maiores, mas a questão do fluxo de caixa apertado afeta vários produtores mesmo não estando em RJ, o que afeta a nossa inadimplência”, observou o executivo, citando os cerca de R$ 20 bilhões em operações de crédito rural com atraso superior a 90 dias.

Para o BB, o mecanismo da recuperação judicial no agronegócio ainda deve passar por um processo de amadurecimento, dados os impactos não apenas nos agentes financeiros, mas em toda a cadeia envolvendo o agronegócio. “A discussão que temos feito é como garantir que esse mecanismo cumpra a sua finalidade, para que não tenhamos situações de mau uso desse mecanismo e que não haja o uso indiscriminado da RJ no setor rural. Até em que ponto o mecanismo é bom ou até em que ponto o mecanismo pode estar prejudicando a concessão de crédito?”, questionou Bittencourt.

À frente da carteira de crédito rural do BB, que representa um terço da carteira total de crédito do banco, Bittencourt acredita em um processo de aprendizado pelos produtores e instituições financeiras envolvendo recuperação judicial. “A legislação sobre as RJs pensou de uma forma, no processo de desenvolvimento ela foi avançando. Ainda tem muitas interpretações que são muito individualizadas de uma justiça, de um juiz, de um tribunal. Há um tempo de maturação desse processo”, observou o executivo, citando consequências negativas e positivas desse processo. “O importante é que cheguemos em uma situação que efetivamente seja para atender o que a legislação previu”, pontuou em referência à legislação de 2020 que permite RJs de produtores rurais.

Na análise do vice-presidente do BB, o impacto das RJs em toda a cadeia do agronegócio é “muito maior” que o compreendido hoje. Bittencourt aponta que há “um desenho a ser melhor trabalhado” em relação às RJs, incluindo aspectos relacionados a produtores e de eventuais falências. “As consequências, caso seja uma falência, podem ser muito mais danosas do que um processo de busca de uma solução negociada”, acrescentou.

Publicidade

Para ele, é a Justiça quem dará orientação sobre os limites das RJs no agro à medida que a própria Justiça “conseguir entender o que está ocorrendo”. “Há uma preocupação geral no jurídico sobre as diferenças de decisões que estão ocorrendo na primeira instância. Se vai ser o Conselho Nacional de Justiça, se vai ser um tribunal, se vai ser o próprio Congresso, cujos parlamentares apontam que precisa ter mudanças, se será uma interpretação jurídica ou uma mudança pelo Congresso, a definição mais política nos próximos meses que vai nos dizer”, sinalizou.

Diretor de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Alberto Martinhago, aponta que a RJ é um mecanismo “legítimo” e previsto em lei, mas que, em muitos casos, trata de problemas que poderiam ser resolvidos antecipadamente ao instrumento. “As próprias lideranças do agronegócio estão preocupadas, porque de alguma maneira, isso acaba criando novos mecanismos de controle para quem concede crédito, não apenas os bancos, que querem garantias de recebimento nas condições acordadas. O que nos preocupa na procura de uma RJ pelo produtor rural são as operações que podemos resolver com alongamento, reestruturação”, alertou Martinhago.

Para evitar que produtores entrem em recuperação judicial antes de esgotar as opções tradicionais ofertadas pelo agente financeiro, o Banco do Brasil (BBAS3) “tem mudado a atitude e os mecanismos”, disse Bittencourt. As mudanças passam pelo maior monitoramento da situação em tempo real com tecnologia das lavouras dos produtores rurais à maior proatividade no contato e acompanhamento das operações de crédito junto aos produtores antes mesmo de as parcelas vencerem.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Agronegócio
  • bbas3
  • dívidas
Cotações
11/02/2026 2h27 (delay 15min)
Câmbio
11/02/2026 2h27 (delay 15min)
Banco do Brasil (BBAS3)

Banco do Brasil (BBAS3)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

  • 3

    Resultados de Suzano e Klabin no 4T25 devem decepcionar no curto prazo, mas analistas veem forte valorização

  • 4

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

  • 5

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Imagem principal sobre o INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Logo E-Investidor
INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Logo E-Investidor
FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Imagem principal sobre o INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Logo E-Investidor
INSS: como receber o primeiro pagamento dos benefícios?
Imagem principal sobre o FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Logo E-Investidor
FGTS Digital: veja os 3 tipos de certificados que são aceitos
Últimas: Tempo Real
Lucro da AIG no 4T25 tem queda de 18% na comparação anual e chega a US$ 735 milhões
Tempo Real
Lucro da AIG no 4T25 tem queda de 18% na comparação anual e chega a US$ 735 milhões

Maior empresa seguradora americana frustrou as expectativas de analistas da FactSet, que esperavam aumento de US$ 1 bilhão no trimestre

10/02/2026 | 21h03 | Por Laís Adriana
TIM (TIMS3): lucro cresce 27,9% no 4T25 e alcança R$ 1,349 bilhão
Tempo Real
TIM (TIMS3): lucro cresce 27,9% no 4T25 e alcança R$ 1,349 bilhão

Lucro, segundo a empresa, vem principalmente do crescimento do negócio de internet móvel e de cortes de custos nas operações

10/02/2026 | 20h17 | Por Circe Bonatelli
Suzano (SUZB3) reverte prejuízo e lucra R$ 116 milhões no 4T25
Tempo Real
Suzano (SUZB3) reverte prejuízo e lucra R$ 116 milhões no 4T25

Companhia avalia que último trimestre de 2025 foi caracterizado pela “continuidade da recuperação dos preços da celulose de fibra curta”

10/02/2026 | 19h31 | Por Talita Nascimento e Camila Vech
Petrobras (PETR3; PETR4): produção de óleo e gás tem alta anual de 18,6% no 4T25
Tempo Real
Petrobras (PETR3; PETR4): produção de óleo e gás tem alta anual de 18,6% no 4T25

Avanço na comparação com o 4T24 foi impulsionado por novos FPSOs e ganho de eficiência, segundo a estatal

10/02/2026 | 19h22 | Por Denise Luna e Gabriela da Cunha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador