Em 2026, os beneficiários terão um motivo para se atentarem: o BPC terá um novo valor que impacta diretamente suas finanças.
Novo valor do BPC em 2026
Segundo o Ministério da Previdência Social, a partir de janeiro de 2026, o BPC passará a ser pago no valor de R$ 1.621 por mês. Esse reajuste também se aplica a outros auxílios vinculados à assistência social, como a renda mensal vitalícia e pensões especiais.
Quem pode receber o benefício?
O BPC é destinado a idosos com 65 anos ou mais e a pessoas de qualquer idade que tenham deficiência de longo prazo, física, mental, intelectual ou sensorial, que limite sua participação plena na sociedade, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Além disso, é preciso comprovar que a renda familiar por pessoa seja inferior a um quarto do salário mínimo.
Diferença entre BPC e aposentadoria
Ao contrário de aposentadorias e pensões, o BPC não exige contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), não paga 13º salário e não gera pensão por morte para dependentes, segundo o MDS. Ele funciona exclusivamente como um suporte contínuo de caráter assistencial, oferecendo segurança a quem não tem meios próprios de sustento.
Idosos precisam de cadastro atualizado para receber o BPC em 2026
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), idosos que desejam receber o BPC devem estar inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com todos os dados corretos e atualizados. A regra também se aplica às pessoas com deficiência.
Sem a inscrição ativa no CadÚnico, o pedido não consegue avançar no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mesmo que o solicitante cumpra os critérios de idade, renda ou deficiência.
Colaborou: Giovana Sedano.