Com o desfecho, as ações do Pan deixarão de ser negociadas após o fechamento do pregão de 23 de janeiro. A partir de então, os antigos acionistas passam a negociar exclusivamente os papéis do BTG Pactual.
A operação envolve duas etapas: a incorporação, pelo Banco Sistema, da totalidade das ações do Pan que ainda não detinha e, na sequência, a incorporação, pelo BTG Pactual, da totalidade das ações do Banco Sistema. Com isso, o Pan deixa de existir como companhia listada de forma independente.
Como parte da transação, os acionistas do Banco Pan (com exceção do Banco Sistema) receberão 0,2157 unit do BTG Pactual para cada ação do Pan detida na data de liquidação. Para atender à relação de troca, o BTG emitirá 54,6 milhões de novas units, o que resultará em um aumento de capital social para R$ 16 bilhões, distribuído entre ações ordinárias e preferenciais.
As novas units serão creditadas nas contas dos acionistas em 28 de janeiro de 2026. Eventuais frações decorrentes da conversão serão agrupadas e vendidas em leilão na B3, com posterior repasse dos valores líquidos aos investidores que fizerem jus.