Publicidade

Conteúdo Patrocinado . Vídeos

Ibovespa renova máxima histórica e sobe quase 2% apesar do viés negativo no exterior

Blue chips impulsionam índice brasileiro, enquanto Wall Street recua com PPI e incertezas sobre o Fed

Ouça aqui o fechamento de mercado no Spotify

Nesta quarta-feira (14), o viés negativo prevaleceu entre as principais bolsas internacionais, refletindo tensões geopolíticas e incertezas sobre a independência do Federal Reserve (Fed), banco central dos EUA, após dados do PPI, a inflação ao produtor nos Estados Unidos, acima do esperado reacenderem preocupações com a política monetária americana. Embora o indicador não sinalize aceleração significativa, reforça a percepção de inflação persistente e mantém o Fed em posição cautelosa.

Em paralelo, o Livro Bege divulgado no fim da tarde adicionou novos receios sobre pressões inflacionárias vindas das tarifas aplicadas pelo governo dos EUA. Nesse ambiente, Wall Street recuou, enquanto investidores buscaram a segurança dos Treasuries, títulos do tesouro americano, pressionando os rendimentos para baixo.

Na Europa, as bolsas avançaram apoiadas pela demanda por commodities. O petróleo chegou a sustentar alta ao longo da manhã, impulsionado pelo prêmio de risco geopolítico, mas virou o sinal durante a tarde, devolvendo parte dos ganhos.

No Brasil, o Ibovespa descolou do exterior e fechou em forte alta de 1,96%, aos 165.146 pontos, renovando máxima histórica de fechamento. O desempenho foi impulsionado pelo avanço das blue chips, com destaque para Petrobras (PETR3; PETR4), Vale (VALE3) e ações do setor financeiro. O giro financeiro da sessão somou R$ 28,8 bilhões.

No câmbio, o dólar avançou 0,46% e encerrou cotado a R$ 5,40, após oscilar ao longo da sessão em meio a notícias sobre a suspensão de vistos pelos Estados Unidos.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O que este conteúdo fez por você?

Publicidade

Últimas: Vídeos

X

Publicidade