Com a mudança, as transações passam a ser convertidas sem margem adicional sobre a cotação da moeda, o que reduz o custo total das operações no exterior ou em sites internacionais. Os clientes, então, pagarão apenas a conversão da divisa e o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), sem outras cobranças.
O spread cambial costuma ser repassado ao consumidor, mas muitos bancos e fintechs têm limitado a cobrança, como forma de compensar o impacto causado pela padronização do IOF em 3,5%, no ano passado. Na prática, o ajuste significou um aumento na alíquota para o câmbio.
“Zerar o spread cambial no débito é uma forma direta de devolver valor ao cliente”, afirmou o vice-presidente do Mercado Pago no Brasil, Ignácio Estivariz. “Nosso objetivo é oferecer mais transparência, previsibilidade e controle, para que as pessoas saibam exatamente quanto estão pagando ao usar o dinheiro fora do país”.