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A valorização do mercado futuro sugere mais um dia de ganhos no Ibovespa hoje. Na terça-feira (27), o principal índice da B3 chegou a superar o patamar de 183 mil pontos e fechou no maior nível de sua história. Só neste ano, já sobe 12,91%, ampliando os ganhos dos últimos 12 meses para 45,70% – confira detalhes nesta reportagem.
Os ativos locais tendem a se guiar pelo sinal é positivo nos futuros de Nova York à espera da decisão do Fed. A expectativa é de manutenção dos juros, e Powell deve evitar dar pistas sobre o rumo das taxas, em meio às incertezas que cercam o mercado de trabalho e a inflação nos EUA.
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A reunião ocorre após o Departamento de Justiça dos EUA abrir uma investigação criminal sobre o depoimento de Powell ao Congresso, aumentando temores de interferência política no Fed.
Nesse cenário, o ouro opera em alta e mais cedo bateu US$ 5.233 a onça-troy, o maior valor da história, diante da busca por segurança. Já o dólar hoje avança 0,25%, a R$ 5,19 na venda.
Entre as commodities hoje, o minério de ferro fechou em queda de 0,70% na China enquanto o petróleo testa leve alta de o,06% no barril do tipo Brent.
A Vale (VALE3) divulgou na noite de terça-feira (27) seu relatório de produção e vendas do quarto trimestre de 2025, em um momento de forte valorização das ações e de leitura mais cautelosa por parte dos analistas.
Nos últimos doze meses, os papéis da mineradora acumulam alta de cerca de 76%, movimento impulsionado pela recuperação dos preços do minério de ferro, fluxo estrangeiro para ações brasileiras e pela percepção de um equity story (narrativa estratégica de uma empresa) mais disciplinado em capital e focado em retorno ao acionista. Leia a reportagem completa.
O Comitê de Política Monetária (Copom) tem nesta quarta-feira (28) sua primeira decisão de juros de 2026, com potencial de ser a última a optar pela manutenção da taxa Selic antes que o ciclo de flexibilização monetária se inicie. O mercado se divide sobretudo entre aqueles que esperam que os cortes comecem em março, o próximo encontro, ou os que só veem a queda em abril. Confira a análise completa.
Antes das decisões do Fed e do Copom, os mercados domésticos acompanham a divulgação do Relatório Mensal da Dívida (RMD) e do Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2026, que define diretrizes, metas e a estratégia para a gestão da Dívida Pública Federal (DPF).
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que irá a Washington, em março, para visitar o presidente Trump e ter uma conversa “olhando olho no olho”. Para o Copom, a expectativa é de manutenção da Selic em 15%, com sinalização no comunicado de que o Banco Central pode abrir espaço para iniciar a flexibilização monetária em março, como espera a maioria do mercado.
Esses e outros dados do dia ficam no radar de investidores e podem impactar as negociações na bolsa de valores brasileira, influenciando o índice Ibovespa futuro.
*Com informações de Luciana Xavier e Silvana Rocha, do Broadcast
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