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Investimentos

Copom indica queda da Selic em março e mercado se divide sobre tamanho do corte

Economistas avaliam que tom do comunicado sinaliza início de um ciclo de corte de juros gradual

Por Beatriz Rocha

28/01/2026 | 20:37 Atualização: 28/01/2026 | 20:37

O Banco Central manteve a Selic em 15% ao ano. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
O Banco Central manteve a Selic em 15% ao ano. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Comitê de Política Monetária (Copom) manteve nesta quarta-feira (28) a Selic em 15% ao ano, em decisão unânime e já esperada pelo mercado. As atenções estavam concentradas no comunicado do Banco Central, em busca de possíveis sinalizações sobre a condução dos juros ao longo de 2026.

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O grande destaque do texto foi a indicação de que o Copom espera iniciar os cortes da Selic em sua próxima reunião, em março. O Comitê, no entanto, reforçou que manterá a restrição adequada para assegurar a convergência da inflação à meta.

Para o mercado, o comunicado veio em tom dovish (mais propenso ao corte de juros) na comparação com o anterior. Agora as dúvidas se concentram em torno do tamanho do corte de juros em março.

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No texto, o Copom ressaltou que o ambiente externo ainda se mantém incerto em função da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais. A autoridade enxerga que esse cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por tensão geopolítica.

Em relação ao cenário doméstico, o Copom sinalizou que o conjunto dos indicadores segue apresentando trajetória de moderação no crescimento da atividade econômica, enquanto o mercado de trabalho ainda mostra sinais de resiliência.

As expectativas de inflação para 2026 e 2027 apuradas pelo Boletim Focus permanecem em valores acima da meta, situando-se em 4% e 3,8%, respectivamente. A projeção de inflação do Copom para o terceiro trimestre de 2027, atual horizonte relevante de política monetária, está em 3,2% no cenário de referência.

Ainda em seu comunicado, a autoridade reforçou que o cenário atual, marcado por elevada incerteza, exige cautela na condução da política monetária. O Comitê avalia que a estratégia em curso tem se mostrado adequada para assegurar a convergência da inflação à meta. “Em ambiente de inflação menor e transmissão da política monetária mais evidentes, a estratégia envolve calibração do nível de juros”, disse.

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Veja as primeiras impressões sobre a decisão do Copom:

Ariane Benedito, economista-chefe do PicPay

O comunicado combina tom dovish condicional, ao indicar início de cortes já na próxima reunião, com uma âncora de prudência, ao reiterar que o ciclo será calibrado e orientado pela convergência das expectativas e pela dinâmica da inflação, em especial de serviços, além do comportamento do câmbio e do ambiente fiscal. Esperamos que o Banco Central inicie o seu ciclo de cortes na reunião de março na magnitude de 50 pontos-base.

Beto Saadia, economista-chefe da Nomos

Interpreto corte menor de 25 pontos-base em março, à luz do trecho que o Copom indica que “manterá a restrição adequada”.

Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos

Espero corte de 25 pontos-base na próxima reunião ainda mais pelo fato do Comitê ter citado “serenidade” para as próximas decisões. Devemos na quinta-feira (29) ter Bolsa subindo, dólar caindo e curva de juros fechando, já que o Copom deixou bem explícito que deve reduzir os juros na próxima reunião.

Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad

O tom do comunicado foi claramente mais dovish. Ao sinalizar maior confiança no processo desinflacionário, ainda que com cautela diante de expectativas desancoradas, a mensagem do Comitê foi a de que o ciclo de flexibilização está se aproximando.

Breno Fratelli, economista da Journey Capital

O Copom entregou um comunicado mais dovish na margem, ainda que preserve alguns elementos hawkish (mais duro), como o desconforto com a resiliência do mercado de trabalho e a projeção de inflação de 3,2% no terceiro trimestre de 2027. O ponto central foi a orientação futura, que foi clara ao indicar o início do ciclo de flexibilização já na próxima reunião, ao mesmo tempo em que sinaliza um ritmo moderado de cortes. A partir daqui, a evolução do cenário, sobretudo da inflação, mercado de trabalho e geopolítica, será determinante para calibrar o ritmo. Nosso cenário-base é um corte de 50 pontos-base em março.

Caio Megale, economista-chefe da XP

A decisão e a comunicação vieram muito próximas do que esperávamos. Assim, mantemos a avaliação de que o Copom iniciará o ciclo de flexibilização monetária em março, com uma pausa na segunda metade do ano para reavaliar o cenário. Projetamos cinco cortes consecutivos de 50 pontos-base, levando a Selic a 12,50%.

Cristiano Oliveira, diretor de pesquisa econômica do Banco Pine

Em nossa avaliação, a decisão e o tom do comunicado foram bastante apropriados. O Banco Central sinaliza disposição para reduzir a taxa real de juros de forma gradual e cautelosa, mantendo a política monetária no terreno restritivo, consistente com seu compromisso com o centro da meta de inflação. Mantemos a expectativa de corte de 50 pontos-base na reunião de março.

Étore Sanchez, economista-chefe da Ativa Investimentos

O corte foi tratado com muita cautela e termos como “calibragem” e “serenidade” no comunicado sugerem que o ciclo de reduções se iniciará ao ritmo de 25 pontos-base na reunião de março.

Ian Lima, gestor de renda fixa da Inter Asset

Como esperado, o Copom manteve os juros, mas com um comunicado mais dovish do que o anterior. O texto retira a menção à estratégia de “manutenção de uma política monetária em patamar significativamente contracionista por período baste prolongado” e o trecho de “retomada do ciclo de alta caso julgasse apropriado”.

José Marcio Camargo, economista-chefe da Genial Investimentos

Confirmando o cenário esperado, o Comitê antecipou que deve iniciar o processo de flexibilização da política monetária já na próxima reunião, em março. Esta foi a parte mais surpreendente do comunicado, superando a minha expectativa inicial de que o sinal para o início dos cortes não seria tão explícito.

Lucas Constantino, estrategista-chefe da GCB Investimentos

Apesar das mudanças no comunicado, o Copom preservou um tom cauteloso, reforçando que o ritmo e a magnitude dos ajustes dependerão da evolução dos dados e do grau de confiança no processo de convergência da inflação à meta, evitando sinalizações automáticas sobre os próximos passos.

Marco Antonio Caruso, economista do Santander

O texto retirou o trecho de “patamar significativamente contracionista por período bastante prolongado” como eixo e acrescentou a sinalização explícita de início de flexibilização em março, com ênfase em “serenidade” quanto ao ritmo e magnitude e manutenção de restrição adequada. A menção à “serenidade” indica um corte de 25 pontos-base a priori.

Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil

A expectativa agora é majoritária para uma primeira redução dos juros. Ainda assim, o Copom deixou claro que esse processo tende a ser moderado, conduzido “dados a dados”, sem indicar um ciclo agressivo de afrouxamento monetário. A principal incógnita segue sendo até onde esse movimento vai: qual será, de fato, a extensão e a intensidade do ciclo de cortes.

Marianna Costa, economista da corretora Mirae Asset

O cenário mais provável é que o ciclo de afrouxamento monetário tenha início na reunião de março, conforme já precificado na curva de juros. A discussão passa agora a se concentrar na extensão desse ciclo. A cautela do colegiado sugere que a taxa básica de juros ainda permaneça acima da taxa neutra por um tempo relevante. Em nossa avaliação, o Banco Central deve promover um ajuste total entre 250 e 300 pontos-base, com cortes de 50 pontos-base por reunião.

Natalie Victal, economista-chefe da SulAmérica Investimentos

O Comitê destacou a necessidade de “serenidade” quanto ao ritmo e à magnitude do ciclo de cortes, o que não deve provocar revisões relevantes para a taxa terminal.  A apreciação do real e a perspectiva de dados um pouco mais fracos referentes a dezembro tendem a fortalecer a hipótese de um corte de 50 pontos-base na próxima reunião, enquanto a possibilidade de 75 pontos-base também passa a ganhar alguma probabilidade.

Raphael Vieira, co-head de investimentos da Arton Advisors

O recado central é que o ciclo de queda, quando começar, tende a ser gradual, condicionado e altamente dependente dos dados, especialmente da dinâmica de serviços, expectativas e do comportamento fiscal. Não há espaço para cortes agressivos, tampouco para repetir ciclos de afrouxamento prematuros do passado.

Robson Pereira, economista-chefe da Brasilprev

Há uma sinalização clara de que o início do ciclo deve ocorrer de forma bastante cautelosa. Nesse contexto, acreditamos que hoje exista uma probabilidade maior de o Banco Central iniciar o ciclo de cortes da Selic em março com um corte de 25 pontos-base, e não de 50, como previa nosso cenário-base. Ainda assim, a possibilidade de um corte de 50 pontos-base não está descartada.

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