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PicPay estreia na Nasdaq e testa reabertura de IPOs; veja como foi a cerimônia

Esse é o primeiro IPO de uma empresa brasileira nos EUA desde 2021 e avalia a fintech em US$ 2,6 bilhões

Por Valéria Bretas

29/01/2026 | 12:53 Atualização: 29/01/2026 | 12:53

PicPay soma mais de 66 milhões de clientes no Brasil e está avaliada em US$ 2,6 bilhões pelo valor negociado no IPO na Nasdaq. (Imagem: Valéria Bretas/ESTADÃO)
PicPay soma mais de 66 milhões de clientes no Brasil e está avaliada em US$ 2,6 bilhões pelo valor negociado no IPO na Nasdaq. (Imagem: Valéria Bretas/ESTADÃO)

NOVA YORK – O sino da Nasdaq, a bolsa de valores de Nova York, voltou a tocar para uma empresa brasileira nesta quinta-feira (29). O PicPay chegou ao mercado americano com valuation (valor de mercado) de US$ 2,6 bilhões, tornando-se a primeira companhia do País a abrir capital nos Estados Unidos em cerca de quatro anos.

Leia mais:
  • Mais um ano de seca de IPOs na B3? Empresas esperam brecha para abertura de capital no Brasil, mas Wall Street atrai mais olhares
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A estreia, que levantou US$ 490 milhões, ocorre em um momento de apetite renovado no mercado, puxado por ativos de tecnologia. A oferta foi precificada a US$ 19 por ação, no topo da faixa indicativa, com a emissão de 22,9 milhões de ações Classe A.

  • Leia mais: A era do boom dos IPOs está de volta a NY, com SpaceX e OpenAI como queridinhas, mas cuidado com o que você compra

Os papéis passam a ser negociados na Nasdaq sob o ticker PICS. A operação foi coordenada por Citi, Bank of America e RBC.

Durante a cerimônia de abertura, os principais executivos do PicPay acompanharam o evento na Nasdaq em meio a investidores e familiares que circulavam pelo espaço reservado às empresas estreantes.

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‘Hoje marca um milagre importante em nossa jornada. Listar na Nasdaq não é a linha final, mas apenas o começo de um novo e emocionante capítulo na nossa história e que fortalece a nossa missão de criar um impacto significativo na vida diária dos clientes’, disse o CEO da Fintech, Eduardo Chedid, no discurso de abertura da sessão.

Sob controle da holding dos irmãos Batista, o PicPay encerrou os primeiros nove meses de 2025 com lucro líquido de R$ 313,8 milhões, alta de 304% na comparação anual. A empresa afirma ter atingido o breakeven há cerca de um ano, ou seja, o ponto em que a operação passou a se sustentar sem consumir caixa. No mesmo período, apresentou retorno sobre o patrimônio (ROE) anualizado de 17,4%, indicador usado para medir a eficiência da empresa em gerar lucro a partir do capital dos acionistas.

PicPay já havia tentado abrir capital antes

Em termos de escala, os números impressionam. O PicPay soma mais de 66 milhões de clientes no Brasil, dos quais 42 milhões estavam ativos no terceiro trimestre de 2025 (3T25). A receita totalizou R$ 7,3 bilhões nos primeiros nove meses do ano, enquanto a carteira de crédito alcançou R$ 19 bilhões e os depósitos de clientes chegaram a R$ 27 bilhões.

Essa foi a segunda tentativa de fazer uma oferta inicial de ações (IPO). Em 2021, a fintech decidiu adiar a operação diante da deterioração das condições globais. A empresa chegou a mirar um valuation em torno de US$ 9 bilhões, mas buscava uma avaliação ainda mais elevada. A virada do ciclo de juros e o fechamento abrupto da janela de ofertas acabaram inviabilizando a abertura de capital.

  • Confira também: PicPay estreia no segmento de alta renda com cartão Black e conta global

Quatro anos depois, o cenário voltou a se mover, embora longe de ser benigno. Tensões ligadas ao cenário tarifário nos EUA, oscilações recentes de empresas de tecnologia e maior seletividade dos investidores ajudam a explicar por que a nova tentativa veio ancorada em números mais conservadores.

O verdadeiro teste, portanto, começa agora, depois do sino. Mais do que o desempenho no primeiro dia de negociação, investidores devem acompanhar se o PicPay conseguirá sustentar a rentabilidade, controlar riscos e melhorar indicadores operacionais como empresa listada, em um mercado que voltou a abrir espaço para IPOs, mas já deixou claro que não pretende escancarar a porta.

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