Em Nova York, os contratos futuros das bolsas avançam, sinalizando abertura positiva em Wall Street. Na Europa, os principais índices também sobem após a divulgação de PMIs (Purchasing Managers’ Index) acima do esperado. Já na Ásia, o pregão foi majoritariamente negativo, refletindo cautela dos investidores diante do cenário externo.
No mercado de commodities, o petróleo recua após altas recentes impulsionadas pelas tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Irã. Os rendimentos (yields) dos Treasuries operam próximos da estabilidade. O minério de ferro negociado em Singapura oscilou de forma moderada e fechou em queda de 0,39%, cotado a US$ 95,35 por tonelada.
No Brasil, o ambiente externo mais cauteloso tende a limitar movimentos mais intensos nos ativos domésticos, especialmente diante da queda do petróleo e da volatilidade dos Treasuries.
A agenda local, mais enxuta, concentra atenções na divulgação da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), levantamento do IBGE que traz dados sobre emprego e renda no País. Também estão no radar os leilões de linha do Banco Central do Brasil, operações em que a autoridade monetária vende dólares com compromisso de recompra futura, instrumento utilizado para ajustar a liquidez no mercado de câmbio e suavizar oscilações da moeda.