Na visão da Fitch, a taxa estimada de crescimento se dá por causa do carrego estatístico e a fatores externos, como preços mais altos de commodities e recuperação global, em particular da China. “Políticas macroeconômicas restritivas e incertezas relacionadas à corrida eleitoral do próximo ano podem pesar sobre o investimento e o crescimento em 2022.
Riscos negativos derivam da evolução incerta da pandemia e potenciais atrasos no processo de vacinação”, pondera a agência, que vê também riscos para o crescimento de uma eventual perda de confiança na trajetória das finanças públicas. Sobre a inflação, a Fitch corrobora a aposta do mercado de que o IPCA irá ultrapassar a meta de 3,75% este ano e que o Banco Central seguirá elevando os juros para debelar essas pressões.