• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Comportamento

FMI alerta que guerra infla dívida e afeta PIB mais que crise financeira e ambiental

A atividade econômica em países em guerra cai cerca de 3% no início do confronto, e as perdas acumuladas chegam a aproximadamente 7% em cinco anos

Por Aline Bronzati

08/04/2026 | 15:20 Atualização: 08/04/2026 | 15:20

O alerta do FMI ocorre em meio aos conflitos no Oriente Médio. (Imagem: Adobe Stock)
O alerta do FMI ocorre em meio aos conflitos no Oriente Médio. (Imagem: Adobe Stock)

A intensificação de conflitos geopolíticos e o aumento dos gastos militares geram efeitos econômicos mensuráveis e persistentes, alerta o Fundo Monetário Internacional (FMI), em estudos publicados hoje. Em países em guerra, a atividade cai cerca de 3% no início do confronto, e as perdas acumuladas chegam a aproximadamente 7% em cinco anos, patamar que costuma superar o impacto de crises financeiras e desastres naturais, de acordo com o organismo, com sede em Washington, nos Estados Unidos.

Leia mais:
  • BofA diz que Ambev (ABEV3) deve ter 1TRI26 fraco, com pressão de custos e queda de volumes
  • Trégua entre EUA e Irã abre janela de oportunidades, mas cenário ainda exige cautela do investidor
  • Previsão da XP para Selic sobe para 13,50% ao fim de 2026 e para 11,50% em 2027
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Ao mesmo tempo, uma escalada relevante de gastos em defesa tende a durar quase três anos e elevar as despesas militares em 2,7 pontos porcentuais do Produto Interno Bruto (PIB), conforme uma mostra com 164 países desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Em geral, o financiamento ocorre com uma piora adicional das contas públicas. Em média, os maiores gastos com defesa ampliam o déficit em 2,6 pp do PIB e elevam a dívida pública em cerca de 7 pp em três anos – ou 14 pp em períodos de guerra.

O alerta do FMI ocorre em meio aos conflitos no Oriente Médio. Depois de ameaçar “dizimar” toda a população do Irã na noite de ontem, dia 07, caso o Estreito de Ormuz, por onde escoa ao menos 20% da produção mundial de petróleo, não fosse reaberto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, concordou em uma trégua. O republicano suspendeu os ataques ao país por duas semanas e vai avaliar a proposta de dez pontos dos iranianos.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“As guerras impõem custos econômicos elevados e duradouros e colocam difíceis compromissos macroeconômicos”, dizem os economistas Hippolyte Balima, Andresa Lagerborg e Evgenia Weaver, ao analisar os estudos do FMI. Os documentos fazem parte do material que será divulgado na próxima semana, às margens das reuniões de Primavera do Fundo, que acontecem em Washington.

Segundo os economistas, a pressão econômica recai especialmente sobre os países onde a guerra ocorre.

“As perdas de produção decorrentes de conflitos tipicamente superam aquelas associadas a crises financeiras ou a desastres naturais severos”, afirmam. “Cicatrizes econômicas também persistem mesmo uma década depois”, acrescentam.

O impacto das guerras não fica restrito às fronteiras, com as guerras causando efeitos colaterais significativos, conforme Balima, Lagerborg e Weaver. Mesmo quando não há destruição física no próprio território, economias vizinhas ou parceiros comerciais importantes do país onde o conflito ocorre sentirão o impacto. “Nos primeiros anos de um conflito, esses países frequentemente experimentam quedas modestas na produção”, afirmam os economistas.

Em 2024, mais de 35 países vivenciaram conflitos em seus próprios territórios, conforme o estudo do FMI, que é parte do relatório ‘World Economic Outlook’ (WEO). Outros dados alarmantes incluem o fato de que hoje aproximadamente 45% da população mundial vive em países afetados por conflitos e “somente desde 2010, os conflitos ceifaram mais de 1,9 milhão de vidas em todo o mundo”. Em uma era de proliferação de guerras, as regiões mais afetadas têm sido a África Subsaariana, a Europa e o Oriente Médio, conforme o FMI.

Quanto ao salto de despesas militares sem guerra no território, Balima, Lagerborg e Weaver alertam para ganhos de curto prazo e custos à frente que podem impor difíceis escolhas orçamentárias aos países.

“Os aumentos nos gastos com defesa frequentemente enfraquecem os saldos fiscais e externos”, alerta o estudo do FMI.

De acordo com o organismo, os aumentos de gastos com defesa em tempos de guerra são seguidos por incrementos acentuados na dívida pública e grandes reduções nos gastos sociais, dilema conhecido como “armas versus manteiga”.

Publicidade

A composição do gasto também altera o resultado. O FMI afirma que os ganhos são menores “quando o estímulo é parcialmente gasto na importação de bens estrangeiros, o que é especialmente o caso dos importadores de armas”. O estudo cita o exemplo da Polônia, que elevou a despesa de defesa de 2,2% para cerca de 4,5% do PIB entre 2021 e 2025, mas reduziu o investimento em equipamentos. Segundo o Fundo, o aumento ocorreu por meio de importações, o que ajuda a explicar por que o impacto macroeconômico foi “silenciado”.

Por fim, o organismo alerta que o impacto macroeconômico do atual aumento dos gastos com defesa pode diferir do passado. Isso porque essas despesas são cada vez mais intensivas em capital e pesquisa e desenvolvimento (P&D) e ocorrem em economias mais integradas e mais endividadas.

*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Fundo Monetário Internacional (FMI)
  • geopolítica
  • oriente médio
  • Produto Interno Bruto (PIB)
Cotações
23/05/2026 22h58 (delay 15min)
Câmbio
23/05/2026 22h58 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Recuperação judicial da Estrela afeta 26 FIDCs; fundos concentram 70% da dívida

  • 2

    Os novos hábitos da alta renda para economizar no dia a dia sem abrir mão de viagens e hotéis de luxo

  • 3

    Ações de bancos tombam após rali e chegam perto das mínimas do ano; veja oportunidades

  • 4

    BOVA11 supera R$ 1 bi por dia e vira um dos ativos mais negociados da Bolsa em 2026

  • 5

    FIIs são melhores que REITs? Veja qual vale mais a pena para renda e crescimento

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: idosos têm prioridade no atendimento para participar do programa?
Imagem principal sobre o Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Logo E-Investidor
Dívidas de pessoas falecidas: os herdeiros devem pagar as contas? Entenda
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: famílias com estas rendas podem financiar casas de até R$ 275 mil
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: famílias podem comprar casas de até R$ 400 mil, desde que respeitem esta faixa de renda
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: famílias podem comprar casas de até R$ 400 mil, desde que respeitem esta faixa de renda
Imagem principal sobre o Minha Casa, Minha Vida: casas para famílias com idosos devem ser adaptadas?
Logo E-Investidor
Minha Casa, Minha Vida: casas para famílias com idosos devem ser adaptadas?
Imagem principal sobre o Projeto busca endurecer multas para motoristas que dirigirem alcoolizados; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Projeto busca endurecer multas para motoristas que dirigirem alcoolizados; entenda como funciona
Imagem principal sobre o FGTS: aposentados por invalidez podem sacar o dinheiro em todas as contas com saldo?
Logo E-Investidor
FGTS: aposentados por invalidez podem sacar o dinheiro em todas as contas com saldo?
Imagem principal sobre o 13º salário do INSS antecipado: 6 segurados que devem receber o benefício em 2026
Logo E-Investidor
13º salário do INSS antecipado: 6 segurados que devem receber o benefício em 2026
Últimas: Comportamento
De Warren Buffett a Walt Disney, essas 5 lendas do mercado tiveram o mesmo emprego na adolescência
Comportamento
De Warren Buffett a Walt Disney, essas 5 lendas do mercado tiveram o mesmo emprego na adolescência

Muito antes do cargo de CEO, alguns dos executivos mais conhecidos dos Estados Unidos compartilhavam a mesma rotina

23/05/2026 | 06h00 | Por Sydney Lake, da Fortune
Os novos hábitos da alta renda para economizar no dia a dia sem abrir mão de viagens e hotéis de luxo
Comportamento
Os novos hábitos da alta renda para economizar no dia a dia sem abrir mão de viagens e hotéis de luxo

Os mais ricos têm cortado gastos cotidianos para preservar viagens, restaurantes e experiências que consideram mais valiosas

23/05/2026 | 05h00 | Por Catherina Gioino, da Fortune
INSS: novas regras para o crédito consignado entram em vigor hoje; veja o que muda
Comportamento
INSS: novas regras para o crédito consignado entram em vigor hoje; veja o que muda

Medidas buscam aumentar a segurança de aposentados e pensionistas diante da alta nas reclamações

19/05/2026 | 09h56 | Por Daniel Rocha
O novo comportamento da alta renda: como a concentração de riqueza mudou os gastos dos mais ricos
Comportamento
O novo comportamento da alta renda: como a concentração de riqueza mudou os gastos dos mais ricos

Seguradora afirma que classe média precisa tomar decisões mais difíceis à medida que gastos com supermercado, combustível, moradia e outros custos apertam os orçamentos familiares

17/05/2026 | 08h00 | Por Catherina Gioino

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador