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Mercados globais fecham em alta, enquanto recuo do petróleo reduz temores inflacionários

Após seis pregões seguidos em queda, Ibovespa acelera ganhos e fecha com alta de 1,39%, aos 187.318 pontos

Apetite por risco ganhou força nos mercados globais, que encerraram no positivo. (Imagem: Adobe Stock)
Apetite por risco ganhou força nos mercados globais, que encerraram no positivo. (Imagem: Adobe Stock)

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Os mercados globais encerraram o pregão desta quinta-feira (30) em tom amplamente positivo, com o apetite por risco ganhando força ao longo da tarde. No exterior, o movimento foi amparado pelo recuo mais consistente dos preços do petróleo — o Brent terminou próximo de US$ 114 o barril, após ter tocado US$ 126 na máxima do dia — reduzindo temores inflacionários e ajudando a ancorar expectativas de juros.

A ausência de novos catalisadores geopolíticos negativos e a acomodação dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano) contribuíram para um ambiente mais construtivo nas bolsas globais e para a melhora das moedas emergentes frente ao dólar.

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No Brasil, a combinação entre o cenário externo mais benigno, o recuo dos juros futuros e sinais de entrada de fluxo estrangeiro impulsionou os ativos domésticos no fechamento. O Ibovespa acelerou os ganhos e fechou em alta de 1,39% aos 187.318 pontos com giro financeiro de R$ 28,8 bilhões, sustentado principalmente pelo desempenho positivo de bancos e de empresas ligadas a commodities metálicas.

A leitura de que o ciclo de flexibilização monetária segue no radar — apesar do tom cauteloso do Comitê de Política Monetária (Copom) —reforçou o movimento de fechamento da curva de juros, com quedas de quase 0,2pp em alguns vencimentos.

No câmbio, o real apresentou desempenho destacado. O dólar à vista aprofundou as perdas ao longo da tarde, renovou mínimas e encerrou com queda de 0,98%, cotadoa R$ 4,95, acompanhando a fraqueza global da moeda americana, medida pelo DXY, e alinhado a pares como o peso mexicano e o rand sul-africano.

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