A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) registrou prejuízo líquido de R$ 555 milhões no primeiro trimestre de 2026, reduzindo as perdas em 24,2% ante resultado negativo de R$ 732 milhões em igual período de 2025.
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A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) registrou prejuízo líquido de R$ 555 milhões no primeiro trimestre de 2026, reduzindo as perdas em 24,2% ante resultado negativo de R$ 732 milhões em igual período de 2025.
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No período, o Ebitda ajustado somou R$ 2,646 bilhões, o que representa alta de 5,5% na comparação anual. Já a receita líquida atingiu R$ 10,604 bilhões, com queda de 2,8% frente ao primeiro trimestre de 2025.
A companhia ressalta que a melhora do Ebitda se deu mesmo considerando o maior volume de chuvas registrado no período. A contribuição positiva dos segmentos de cimentos e logística reforça, na visão da empresa, a importância do portfólio de ativos diversificado da CSN.
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A empresa encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 40,5 bilhões, acima dos R$ 35,8 bilhões registrados no primeiro trimestre de 2025, mas abaixo dos R$ 41,2 bilhões do fim de 2025.
A alavancagem, medida pela relação dívida líquida/Ebitda, ficou em 3,36 vezes no trimestre, com redução de 11,6 pontos-base em relação ao trimestre imediatamente anterior.
Contribuiu para esse desempenho de melhora trimestral da alavancagem o novo contrato de pré-pagamento de minério de ferro firmado com o intuito de cobrir parte das amortizações programadas para esse ano, além do efeito positivo da variação cambial nas dívidas em moeda estrangeira. Essa melhora mostra também, na visão da companhia, “os esforços conduzidos desde o início do ano de modo a resolver em definitivo a estrutura de capital do grupo”.
A companhia afirma que o plano de venda de ativos anunciado em 15 de janeiro segue “a todo vapor, com o processo recebendo mais interessados do que o inicialmente esperado”.
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A CSN encerrou o trimestre com um total de R$ 14,6 bilhões em disponibilidades de caixa, um volume suficiente para honrar os compromissos financeiros de curto prazo, segundo a gestão.
Os investimentos (capex) totalizaram R$ 1,126 bilhão no primeiro trimestre, praticamente estáveis ante os R$ 1,127 bilhão do período correspondente de 2025 e 44,9% abaixo do observado no trimestre anterior.
*Com informações do Broadcast (Talita Nascimento)
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