Neste contexto, o dólar opera ainda mais desvalorizado ante rivais, registrando-se ainda a redução da alta dos Treasuries e alta dos índices acionários de Nova York. Os índices acionários na Europa também negociaram em alta. Na Bovespa, além do maior apetite ao risco no exterior, o Ibovespa negocia em alta, com a expectativa de aprovação da MP da Eletrobras na Câmara e a perspectiva de reabertura econômica.
O impacto da intervenção da China no mercado de metais industriais, todavia, limita o vigor da bolsa brasileira, pesando sobre algumas empresas do setor. Próximo as 13:30 horas, o Ibovespa negociava aos 128.900, (+0,4).
Entre os destaques positivos figuravam as ações da Eletrobras, Pão de Açúcar e Cogna. Na outra ponta, as ações da Cemig, Energiza e Energias do Brasil eram os destaques de queda, refletindo as incertezas no setor elétrico, diante da crise hídrica. No câmbio, a queda global do dólar direciona também a divisa ante o real.
Os juros longos, por sua vez, recuam de olho no dólar. A expectativa, no mercado de DIs, é pela ata da última reunião do Copom que será divulgada nessa terça-feira. Além disso, ao longo da semana, os investidores devem acompanhar o as divulgações do IPCA-15 de junho e o Relatório Trimestral de Inflação (RTI) que podem ajudar a guiar as apostas para as próximas reuniões de política monetária.