A receita líquida caiu 5,2% ano a ano, para 1,3 bilhão de reais, com o efeito negativo do ensino superior presencial sendo, de acordo com a empresa, parcialmente compensado pelo crescimento observado nas receitas de ensino superior a distância e da unidade Vasta.
O total de custos, porém, cresceu 9,2% e as despesas operacionais avançaram 11,23% no período de abril a junho frente ao mesmo intervalo de 2020.
O Ebitda recorrente somou 329,5 milhões de reais, um salto de 173,2% frente ao mesmo período do ano passado, com margem de 25,3%, bem acima dos 8,8% registrados um ano antes.
A Cogna atribuiu tal desempenho à melhora de performance no recebimento, uma maior adimplência os alunos e da redução no custo com docentes. “Essa melhora refletiu em uma menor provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) no ensino superior pagante e nos produtos de parcelamento (PEP/PMT).”
A provisão para créditos de liquidação duvidosa caiu 61,5%, para 192,7 milhões de reais.
Ao final do segundo trimestre, o total entre caixa e aplicações financeiras somava 3,7 bilhões de reais, enquanto a dívida líquida totalizava 3 bilhões de reais. O indicador de alavancagem dívida líquida/Ebitda ajustado era de 2,13 vezes, de 1,97 vez no final do primeiro trimestre do ano.