O cobre com entrega prevista para dezembro avançou 1,24%, a US$ 4,2855 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Já na London Metal Exchange (LME), a tonelada do metal para três meses subiu 1,58%, a US$ 9.395,50.
A variação anual do PPI da China acelerou de 9,0% em julho para 9,5% em agosto, superando a alta prevista de 9,0% no período. “Esse salto final sempre foi uma ameaça, já que o PPI até agora absorveu uma parcela subdimensionada do aumento dos preços à vista das commodities, em uma comparação histórica”, avalia a Pantheon Macroeconomics.
A consultoria acredita que este seja provavelmente o pico da leitura, embora a inflação nos próximos dois meses provavelmente permaneça em torno dessas taxas, em parte por causa dos ganhos adicionais nos preços das commodities. “A inflação deve recuar um pouco depois disso”, afirma a Pantheon, acrescentando que, por enquanto, o Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) vê a alta do PPI como transitória.
Já preocupações quanto ao suprimento de alumínio no mercado levaram os preços do metal ao maior nível desde 2008. Na China, o governo tenta reprimir a produção ilegal da commodity enquanto diminui as atividades de outros produtores de forma a reduzir emissões de poluentes. Além disso, o golpe militar na Guiné torna o cenário menos claro e atrai especuladores, segundo avalia o TD Securities.
Entre outros metais negociados na LME, no horário citado acima, a tonelada do alumínio subiu 1,50%, a US$ 2.836,00, a do níquel teve alta de 2,32%, a US$ 20.170,00, a do chumbo avançou 0,70%, a US$ 2.294,50, a do estanho se elevou 3,26%, a US$ 33.265,00, e a do zinco ganhou 0,42%, a US$ 3.075,00.